Ações CFESS-CRESS pelo Brasil 2018-12-17T13:27:45+00:00

AÇÕES CFESS-CRESS PELO BRASIL

Esta seção dá visibilidade às ações promovidas pelo Conjunto CFESS-CRESS durante a campanha.


Racismo e Saúde Mental

João Pessoa/Paraiba

Responsável: CRESS 13ª REGIÃO/ PARAÍBA

  A ação Racismo e Saúde Mental, ocorreu em um Centro de Atenção Psicosocial, do tipo 3, na cidade de João Pessoa/PB. Consistiu em uma roda de conversa com os/as usuárias do CAPS sobre o o que é racismo e os impactos na saúde mental. A atividade foi desenvolvida pela Assistente Social que é residente em Saúde Mental em parceria com uma psicóloga e um enfermeiro também residente. Autora: Elisabete Vitorino Vieira, Candomblecista, Assistente Social e Mestre em Serviço Social pela UFPB. Atualmente residente em saúde mental pelo Núcleo de Estudos em Saúde Coletiva da UFPB e membro da Comissão de Seguridade do CRESS/PB.  


Roda de Conversa “Estatuto da Igualdade Racial e o exercício profissional em Serviço Social”

Vitória / ES

Responsável: CRESS 17ª REGIÃO/ ESPÍRITO SANTO

  A Roda de Conversa “Estatuto da Igualdade Racial e o exercício profissional em Serviço Social”, realizada em novembro de 2018, pelas Comissões de Ética e Direitos Humanos e de Formação Profissional, também abordou as questões levantadas pela campanha do triênio (2017/2020) do Conjunto CFESS/CRESS: “Assistentes Sociais no combate ao racismo”. Durante o evento foi discutido, junto com os/as assistentes sociais, os desafios da profissão diante das questões étnico-raciais – que perpassam a vida da população usuária, atendida pelo Serviço Social – e a importância da apreensão do Estatuto em nosso trabalho cotidiano. A atividade teve, por objetivo, contribuir no combate ao racismo institucional nos diferentes espaços de trabalho da categoria, dando visibilidade às demandas da população negra por direitos sociais, denunciando o racismo e articulando diferentes formas de dialogar com a sociedade sobre como o racismo estrutura as nossas relações sociais, políticas e econômicas.  


Relatos de Experiências

Vitória / ES

Responsável: CRESS 17ª REGIÃO/ ESPÍRITO SANTO

  O texto “Laicidade por um fio: Intolerância religiosa cresce no Brasil”, publicado pelo CRESS-ES, em janeiro deste ano, traz a temática da intolerância religiosa para a discussão. Apresentados dados de violência, regionais e nacionais, o conteúdo ainda apresenta um dos cartazes da campanha do triênio do Conjunto CFESS/CRESS: “Assistentes Sociais no combate ao racismo”. O cartaz “Minha Fé não é motivo para a Sua Violência”, torna explícita o que muitas vezes é a real motivação do crime de intolerância religiosa, motivado pelo racismo. Confira o conteúdo: http://www.cress-es.org.br/laicidade-por-um-fio-intolerancia-religiosa-cresce-no-brasil/  


Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha

Vitória / ES

Responsável: CRESS 17ª REGIÃO/ ESPÍRITO SANTO

  Com o objetivo de lembrar a importância das mulheres negras latino-americanas e caribenhas, que encaram a luta do dia a dia no trabalho, na família, na escola, na rua e em qualquer ambiente, muitas vezes em condição de desigualdade; e parar marcar e fortalecer a necessidade de continuar enfrentando o racismo, o machismo, o sexismo, a misoginia e a intolerância religiosa, o CRESS-ES convidou duas mulheres negras, do Espírito Santo, que representam bem essa força e essa luta constante, em defesa da igualdade de direitos e na busca por uma sociedade mais igualitária, para celebrarmos o dia 25 de julho. Data que o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, e ainda celebra o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra. Confira: http://www.cress-es.org.br/dia-25-de-julho-e-celebrado-o-dia-internacional-da-mulher-negra-latino-americana-e-caribenha/.  


Cine CRESS – Novembro de 2017

Vitória / ES

Responsável: CRESS 17ª REGIÃO/ ESPÍRITO SANTO

  Nos dias 28 e 29 de novembro, em 2017, as Comissões de Comunicação e de Ética e Direitos Humanos organizaram o Cine CRESS, com exibição de curtas metragens e debate, dentro da temática étnico-racial, no Cine Metrópolis, na Ufes. Na roda de conversa, discussões referentes à Consciência Negra, com o tema “Extermínio da População Negra: o que o Serviço Social tem a ver com isso?”. Entre os/as debatedores/as, Suellen Cruz, mestranda em Política Social; Meyrielle Carvalho, assistente social; Arthur Coutinho, mestranda em Política Social; e Silvana Ribeiro, conselheira do CRESS-ES.  


CRESS-BA participa de Audiência Pública para debate sobre Audiência de custódia e sistema penal.

SALVADOR/BAHIA

Responsável: CRESS 5ª REGIÃO/ BAHIA

  O CRESS-BA foi convidado pela Central de Apoio e Acompanhamento a Penas e Medidas Alternativas - CEAPA para participar da Audiência Pública realizada na sede da Ordem dos Advogados (OAB/BA), o evento aconteceu no dia 26 de novembro de 2018 e teve como objetivo discutir o tema "Audiência de Custódia e o papel da CIAP”. O CRESS-BA compôs a mesa, representado pela conselheira Tatianne Melo que, em sua fala, refletiu sobre a importância das equipes multidisciplinares nos atendimentos realizados aos cumpridores de medidas e penas alternativas. As audiências de custódia já são consideradas uma ferramenta de avanço no que diz respeito ao desencarceramento, especialmente da população negra, que é o principal alvo dos aparelhos de repressão do Estado. O acesso desses sujeitos em medida de prisão preventiva a equipes multidisciplinares colabora para a minimização das vulnerabilidades sociais e também contribui para reduzir reincidências criminais, pois visa a possibilitar o acesso ao sistema de proteção social, promovendo formas mais efetivas de ressocialização e ressignificação da pena. Entre as bandeiras de Luta do Conjunto CFESS-CRESS, está o repúdio ao encarceramento em massa, ao extermínio e genocídio da população negra e a todas as formas de racismo. Além do CRESS-BA, estiveram presentes representantes do Programa Corra pro Abraço, do Coletivo de Entidades Negras, da OAB, do CRP, a Coordenadora do CEAPA e o Juiz Faiçal.  


Cress- BA Participa da IV Marcha do Empoderamento crespo

SALVADOR/BAHIA

Responsável: CRESS 5ª REGIÃO/ BAHIA

  Aconteceu no dia 09 de dezembro de 2018, em Salvador, a IV Marcha do Empoderamento Crespo. A atividade organizada pelo coletivo, reuniu a juventude negra, diversas entidades políticas e culturais para o protesto contra o racismo em suas diferentes formas. A IV Marcha teve como tema “Feminismos e Masculinidades: Por uma agenda de emancipação crespa” apresentando a necessidade de que o enfrentamento ao racismo perpasse diferentes frentes de luta, sendo essa questão estrutural no cenário de desigualdade vivido na sociedade brasileira. Apesar da chuva, a rua estava repleta de pessoas que a ocupavam com objetivo de reafirmar os traços e a identidade estética do povo negro. Em sua fala no ato, a ouvidora do Ministério Público do estado da Bahia, Vilma Reis, afirmou: "cada cabelo pra cima é um campo de batalha contra o racismo". O CRESS esteve presente e apoiou a realização da IV Marcha do Empoderamento Crespo. A discussão acerca do enfrentamento ao racismo e as desigualdades que essa violência estabelece é uma bandeira de luta do Conjunto CFESS-CRESS e pauta da campanha das gestões do Conselho Federal e Regionais. O apoio do Cress-BA é ainda parte da defesa do código de ética profissional que preconiza o combate a todas as formas de opressão.  


CRESS-BA participa de Audiência Pública para debate sobre Audiência de custódia e sistema penal.

SALVADOR/BAHIA

Responsável: CRESS 5ª REGIÃO/ BAHIA

  O CRESS-BA foi convidado pela Central de Apoio e Acompanhamento a Penas e Medidas Alternativas - CEAPA para participar da Audiência Pública realizada na sede da Ordem dos Advogados – BA (OAB/BA), o evento aconteceu no dia 26 de novembro de 2018 e que teve como objetivo discutir o tema "Audiência de Custódia e o papel da CIAP”. O CRESS-BA compôs a mesa, representado pela conselheira Tatianne Melo que em sua fala refletiu sobre a importância das equipes multidisciplinares nos atendimentos realizados aos cumpridores de medidas e penas alternativas. As audiências de custódia já são consideradas uma ferramenta de avanço no que diz respeito ao desencarceramento, especialmente da população negra que é o principal alvo dos aparelhos de repressão do Estado. O acesso desses sujeitos, em medida de prisão preventiva, a equipes multidisciplinares colabora para a minimização das vulnerabilidades sociais e também contribui para reduzir reincidências criminais, pois visa possibilitar o acesso ao sistema de proteção social, promovendo formas mais efetivas de ressocialização e ressignificação da pena. Entre as bandeiras de Luta do Conjunto CFESS-CRESS está o repúdio ao encarceramento em massa, ao extermínio e genocídio da população negra e a todas as formas de racismo. Além do Cress-BA estiveram presentes representantes do Programa Corra pro Abraço, do Coletivo de Entidades Negras, da OAB, do CRP, a Coordenadora do CEAPA e o Juiz Faiçal.  


África na Bahia

SALVADOR/BAHIA

Responsável: CRESS 5ª REGIÃO/ BAHIA

  Evento África na Bahia, que teve como objetivo demarcar a celebração do Dia da Consciência Negra, aconteceu com a participação de Naira Gomes, Feminista Negra e uma das organizadoras da Marcha do Empoderamento Crespo e também do Artista/Curador Benjamim Sabby, que é diretor da Casa de Angola. A Roda de Conversa foi um momento impar para pensar a contribuição imprescindível do povo africano para a história da Bahia.  


Roda de Conversa Sobre Feminismo e Interseccionalidade

SALVADOR/BAHIA

Responsável: CRESS 5ª REGIÃO/ BAHIA

  A Comissão de Gênero, Raça, Etnia e Diversidade do Cress-BA promoveu a roda de conversa “25 de julho: Dia Internacional da Mulher Negra, Latino-americana e Caribenha”, que teve como convidada a Assistente Social Mestra Carla Akotirene. A atividade contou com a presença de Assistentes Sociais de diversos espaços socio-ocupacionais, visto que o tema transversaliza as diversas expressões da questão social. Carla Akotirene destacou a importância do combate ao epistemicídio e de todas as formas de genocídio da identidade negra. Apresentou o conceito da interseccionalidade como ferramenta que pode ser utilizada para o enfrentamento da violência contra a mulher negra, inclusive como decifrador da realidade presente no cotidiano do trabalho de Assistentes Sociais. Ressaltou diversas situações vividas em seu exercício profissional cujas reflexões em relação aos marcadores sociais - tais como gênero, geração, classe social, etnia, orientação sexual, identidade de gênero, etc. – que se tornaram fundamentais para decodificar a realidade apresentada e intervir com maior eficácia sobre ela. A roda de conversa seguiu com os compartilhamentos de ponderações de profissionais presentes acerca das experiências vivenciadas no processo de trabalho, com exemplos de racismo institucional, violência de gênero, desmantelamento de direitos, precarização de serviços e os impactos na população usuária. A Assistente Social Edna denunciou a situação do Projeto Viver, que está ameaçado de encerrar os atendimentos às vítimas de violência sexual. Outras falas destacavam a urgência do debate, especialmente, de gênero e etnia na formação profissional, visto que é fundamental a apropriação dessa discussão para o enfrentamento do conservadorismo que impede a materialização do projeto ético-político profissional.  


Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha

Brasília/Distrito Federal

Responsável: CFESS

  O dia 25 de julho, no qual se celebra o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, foi marcado por uma manifestação do CFESS, que alertou para a gravidade da questão do racismo no país. No Brasil, a data também homenageia Tereza de Benguela, líder quilombola que dirigiu o quilombo do Quariterê, localizado em Mato Grosso, e assim como diversas mulheres negras, teve seu papel na história invisibilizado. Ressaltamos a luta dessas mulheres que enfrentam, em seu cotidiano, a perversa associação do machismo e do racismo. No país onde a maior parte da população é negra e feminina, a opressão e exploração têm cor e gênero. Assim como os retrocessos no campo dos direitos sociais, como a contrarreforma da previdência, a redução no orçamento da política de educação e assistência social e o desmantelamento de serviços e programas de saúde, a exemplo do Mais Médicos. Sendo maioria das usuárias desses serviços mulheres negras, não por acaso, assumem papel fundamental na denúncia e enfrentamento do Estado brasileiro, que sequer é capaz de por fim ao racismo institucional. Acesse o site www.cfess.org.br e leia o texto completo!  


Racistas não passarão: assistentes sociais no combate ao racismo!

Salvador/Bahia

Responsável: CFESS

  Terminou na sexta (9/8) a segunda edição do Seminário Nacional de Serviço Social e Direitos Humanos, do Conjunto CFESS-CRESS. Mais de 700 pessoas participaram presencialmente e mais de mil acompanharam pela internet! Confira a cobertura completa (resumo e fotos) e assista às palestras nos canais de vídeos do CFESS! Pelo site do CFESS, você também pode ver a cobertura completa e uma série de fotos do evento. Acesse: http://bit.ly/CfsSDHd2  


25 de julho - Dia da Mulher Negra, Latino americana e caribenha

Rio de Janeiro

Responsável: CRESS 7ª REGIÃO/ RIO DE JANEIRO

  Cartaz comemorativo ao 25 de julho Aposte suas fichas em mulheres negras e veja um legado nascendo ... (Adaptado de Drik Barbosa - Quem Tem Joga feat. Gloria Groove e Karol Conka) Carolina Maria de Jesus, Maria Felipa, Luiza Mahin, D.Ivone Lara, Conceição Evaristo: apenas alguns nomes que ratificam a afirmação acima. Mulheres negras se recusam a falar de mulheres negras pela perspectiva negativa! Não precisam mais disso... e, mais uma vez, preferem reafirmar a POTÊNCIA do “ser mulher negra”. Há 27 anos um coletivo de mulheres negras organizou seu primeiro encontro em Santo Domingo, na República Dominicana, que dentre outras decisões, estabeleceu o dia 25 de julho como o Dia da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha – data que foi reconhecida naquele mesmo ano pela ONU No Brasil, desde 2014, o dia 25 de julho é reconhecido oficialmente como o dia de líder quilombola Tereza de Benguela, símbolo da resistência Negra no Brasil colonial, representando uma conquista da histórica luta das Mulheres Negras. Nesta data (mas não somente) afirmamos que Mulheres Negras estão juntas e firmes no enfrentamento ao racismo estrutural e estruturante de nossa sociedade. Como disse Conceição Evaristo: “a resistência está em mulheres negras fazendo história reescrevendo suas próprias histórias”. Por isso, esse dia 25 queremos brindar em homenagem a essas mulheres que seguem firmes construindo um legado de luta e resistência, apesar de todos os retrocessos que temos testemunhado cotidianamente CRESS RJ - Gestão Não Temos Tempo de Temer (2017-2020). #pracegover Na imagem um rosto de uma mulher negra ocupando boa parte da imagem. Em seu turbante esta escrito, numa composição artística de letras : 25 de julho dia da mulher negra latino-americana e caribenha.O turbante é amarelo. O fundo é vermelho e nele estão escritos nomes de vários países. A mulher usa várias fitas, semelhante a cordões, no pescoço, com o nome de várias mulheres negras importantes como Dandara e Carolina Maria de Jesus  


Serviço Social e Estado Laico

Rio de Janeiro

Responsável: CRESS 7ª REGIÃO/ RIO DE JANEIRO

  Serviço Social e Estado Laico O CRESS Rio de Janeiro realizou dia 6 de agosto, na Universidade Castelo Branco , Realengo, evento discutindo o Serviço Social e o Estado Laico. Entre os debatedores estiveram Ana Paula, Arilza Machado, Promoter Yango e Charles Vieira. Mediador : Paulo Faleiros. Na discussão as relações com religiões de matrizes africanas, pentecostais, católicas e outras. No cartaz do evento estavam representados , como demonstra o #pracegover um grupo de religiosos," abraçados" por uma mulher negra, no centro do quadro. São 7 religiosos, entre homens e mulheres.Cada qual segura uma pequena placa branca com alusão ao seu credo: Gasshõ; Amém; Salam Aleikum; Shalom: Asé: Auê e Aleluia  


Representantes do CRESS-MG refletem sobre estratégias antirracistas após participar do 2º Seminário Nacional de Serviço Social e Direitos Humanos, em Salvador (BA)

Belo Horizonte/Minas Gerais

Responsável: CRESS 6ª REGIÃO/ MINAS GERAIS

  O 2º Seminário Nacional Serviço Social e Direitos Humanos, realizado nos dias 8 e 9 de agosto, em Salvador (BA), foi estratégico na consolidação da Campanha de Gestão do Conjunto CFESS-CRESS (2017-2020), “Assistentes sociais no combate ao racismo”. Os nomes das mesas foram inspirados em letras de músicas relacionados à negritude, como “Todo camburão tem um pouco de navio negreiro”, d’O Rappa, “A identidade”, de Alessandra Crispim e “A minha voz uso para dizer o que se cala”, de Elza Soares. Os movimentos sociais tiveram espaço de fala em todo o evento, enriquecendo os debates ao representar o diálogo da interseção entre gênero, classe e raça, assim como a luta antirracista e anticapitalista. “A relação entre os direitos humanos e a formação sócio-histórica também foi bem construída, tendo como diálogos o processo da economia política e da necessidade de compreensão sobre o Brasil e a sua gênese: escravismo aliado ao patriarcado e ao patrimonialismo”, conta o conselheiro do CRESS-MG, Leonardo Koury. O evento destacou também a necessidade de o Serviço Social brasileiro aprofundar o debate em questões como a democracia racial, família desestruturada e colonialismo. Não há democracia quando o orçamento público determina qual calçada a população negra vai pisar ou mesmo qual o custo da vida dos mais pobres. Quanto ao conceito de família desestruturada, este encontra-se enraizado nas políticas sociais no sentido da culpabilização das famílias, em especial das mulheres negras. Sobre o colonialismo, o debate visa entender a formação capitalista e, no caso do Brasil, através da violência do Estado, do patrimonialismo e do patriarcado. Para o assistente social e também militante, “o desafio é compreender a mudança do conjunto de direitos sociais quando no atual governo Bolsonaro e nos dois anos de Temer, o eixo da Seguridade Social passa a ser menos privilegiado frente a ideia de Segurança Pública. A profissão é altamente atacada quando os direitos sociais e as bandeiras de lutas do Serviço Social se somam ao modelo de estado posto”, pontua. Atuação profissional antirracista O evento se deu em uma conjuntura atravessada por uma crise econômica e política, com uma brutal deterioração das condições de vida e trabalho da população. O recuo civilizatório vivenciado cotidianamente vem acompanhado por ataques às escassas políticas sociais conquistadas no país. As contrarreformas que eliminam direitos, sustentadas por discursos neoconservadores culminam em uma forte criminalização da pobreza e no aumento do genocídio do povo negro, considera o assistente social, membro da delegação do CRESS-MG, Cláudio Miranda. “Diante da agudização das expressões da ‘questão social’ e do avanço de princípios que vão na contramão da direção social sustentada pelo projeto ético e político do Serviço Social, reafirmar o comprometimento com os direitos humanos, com a centralidade no combate ao racismo, insere este evento como um marco de reafirmação de nossos posicionamentos. Foi momento de revisitar fundamentos e se revigorar para as lutas que precisamos travar desde nosso cotidiano profissional e para fora dele, sempre juntos aos movimentos sociais”, avalia. O compromisso com a luta antirracista deve ser materializado no cotidiano profissional, especialmente em relação ao racismo institucional, como sugere Cláudio. “Podemos dar visibilidade, ou mais visibilidade, à própria campanha da gestão, já que ela nos convoca a refletir não somente entre nós, assistentes sociais, mas também junto à população que atendemos e aos movimentos sociais, seja apresentando os materiais, debatendo junto às usuárias e usuários, equipes e o próprio movimento negro”, pontua. Outra frente, como exemplifica o assistente social, são as possíveis estratégias para enfrentar o silenciamento da população negra no cotidiano. “Sabe-se que a população atendida pela categoria, nos serviços públicos, é majoritariamente negra. Mas isso não aparece como questão central para nós, nem sequer nos relatórios, estudos, pesquisas. Por isso, podemos acrescentar o quesito ‘raça’ nos instrumentos de trabalho, identificando as demandas específicas da população negra que, além de possibilitar o tensionamento das respostas institucionais, poderão contribuir para a construção de políticas públicas”. Finalmente, Cláudio sugere que as e os assistentes sociais podem, ainda, debater a questão do racismo nos grupos com a população usuária e suas famílias a partir das próprias vivências dos sujeitos, mas, também com base nas cartilhas existentes, com vídeos, curtas, dentre outros materiais que tratam das desigualdades entre pessoas negras e não negras. Em uma sociedade racista, não basta não ser racista, é preciso ser antirracista e o CRESS-MG, em consonância com o restante do Conjunto CFESS-CRESS, está empenhado em contribuir para o fim do racismo e da desigualdade racial. Foto: CFESS  


Território, religiosidade e Serviço Social

Rio de Janeiro

Responsável: CRESS 7ª REGIÃO/ RIO DE JANEIRO

  O CRESS Rio de Janeiro realizou dia 3 de julho de 2019, em seu auditório, o debate Território, religiosidade e Serviço Social. Com mediação do conselheiro Nelson Felix, o evento contou com três palestrantes : Saney Souza, Camila Moraes e Charles Vieira (conselheiro) No link você pode assistir ao evento https://www.facebook.com/cress.riodejaneiro/videos/455424991944898/  


Troca com outras áreas enriquece Seminário Estadual de Serviço Social e Direitos Humanos

Belo Horizonte/Minas Gerais

Responsável: CRESS 6ª REGIÃO/ MINAS GERAIS

  Com o intuito de promover debate e reflexão sobre as diferentes expressões do racismo no Brasil, além de estratégias para seu enfrentamento nos diferentes campos de atuação profissional, o CRESS-MG promoveu, em Belo Horizonte, no dia 27 de junho, por meio da sua Comissão de Direitos Humanos, o Seminário Estadual Serviço Social e Direitos Humanos. A atividade teve como tema “Direitos humanos e questão étnico-racial: desafios e possibilidades na formação e no exercício profissional da e do assistente social” e antecedeu o Seminário Nacional, promovido pelo CFESS e pelo CRESS-BA, que acontece em Salvador (BA), nos dias 08 e 09 de agosto de 2019. Representando o Conselho Federal, a conselheira Solange Moreira reforçou a importância desse momento. “Este evento, em Minas Gerais, foi fundamental para renovar as nossas esperanças, e fortalecer o nosso compromisso com a defesa dos direitos da população negra. A questão racial é tema de campanha da atual gestão 2017-2020 e, em função disso, tem sido abordada como nunca dentro do Conjunto CFESS-CRESS”, apontou Solange. Trocas enriquecedoras As atividades tiveram a participação de pessoas de outras áreas do conhecimento, como a cultura e a filosofia, o que enriqueceu ainda mais os debates para as e os assistentes sociais presentes. Reconhecida na cena do hip hop em BH, a cantora Sarah Guedes abrilhantou a abertura do Seminário com uma apresentação musical, e também deu suas contribuições na mesa principal e na oficina sobre “Direitos Humanos e promoção da igualdade étnico-racial”. “É importante ter um lugar de fala e me sinto lisonjeada por ter tido a oportunidade de contribuir para os debates de hoje. Quando uma mulher negra fala, ela está representando uma massa de outras mulheres que a todo o tempo estão sendo silenciadas e invisibilizadas. É preciso falar cada vez mais sobre a nossa comunidade negra, especialmente no Serviço Social, que trabalha com a garantia dos direitos da população”, ponderou a artista. Filósofo e mestre em Educação, João Carlos Pio de Souza, militante da luta sobre a questão racial da Pastoral Negra acredita que o Seminário abordou bem a necessidade de enfrentar o racismo a partir das políticas públicas. “A maioria do público da Assistência Social é negra, que se encontra em diversas situações de vulnerabilidade. É preciso entender como o racismo, especialmente o racismo institucional, impacta a nossa sociedade e a vida das pessoas negras”. Para ele, que foi um dos facilitadores da oficina “Participação social e protagonismo para a promoção das políticas públicas étnico-raciais”, é preciso que “a categoria profissional conheça a realidade do território em que está trabalhando e isso significa entender que o racismo, assim como machismo e a LGBTfobia impacta na vida das pessoas. Esta é uma das formas de se obter uma melhoria no atendimento da política pública”. Já o assistente social integrante da Comissão de Direitos Humanos do CRESS-MG, Elton Brígida, disse que no atual cenário social e político do país, as e os assistentes sociais necessitam de um resgate da memória, de relembrar os processos sócio-históricos que forjaram o Serviço Social para se alinharem novamente ao que realmente é defendido pela profissão. “Os debates de direitos humanos são cruciais no contexto político que temos vivido. A reforma da previdência, por exemplo, incidirá principalmente sobre a população pobre e negra. Nesse cenário de barbarização da vida social, é fundamental que possamos nos reunir para repensar nossa atuação profissional, assim como princípios e valores”, avaliou o profissional. Elton aproveitou o momento para convidar as e os colegas de profissão para comporem a Comissão de Direitos Humanos do CRESS-MG. “Este é um importante espaço de debate e que precisa ser ocupado pela base da categoria. O conceito de direitos humanos, defendido pelo nossa profissão, é fundamental para o fortalecimento da categoria e da própria práxis profissional, especialmente nesse momento de grandes retrocessos”, afirma. Assista o evento em > https://www.facebook.com/cressmg/videos/357762214923265/  


Mulher Negra é tema de evento promovido pela Seccional Uberlândia

Uberlândia/Minas Gerais

Responsável: CRESS 6ª REGIÃO/ MINAS GERAIS

  Fruto da construção coletiva da Comissão de Seguridade Social da Seccional Uberlândia com a categoria, a mesa redonda “Mulher Negra: Vivências e Diálogos, uma interface com o racismo” aconteceu com o objetivo de refletir, no mês da mulher, sobre as expressões do racismo no cotidiano social e profissional das mulheres negras, assistentes sociais ou não. Realizada no dia 21 de março, não mero acaso, a escolha da data também foi pensada em prol do Dia Internacional Contra a Discriminação Racial. O evento foi pensado, organizado e executado por mulheres negras, pois é de extrema importância essa representatividade. A discussão foi marcada por um resgate histórico e conceitual trazido pela advogada especialista em direitos humanos, Rubia Mara, seguido das reflexões das assistentes sociais Vanessa e Alexsandra, trazendo a importância a competência profissional e os princípios éticos do Serviço Social para o avanço no combate ao racismo. “O momento histórico não nos aponta perspectivas positivas e esses espaços de encontro e reflexão são de extrema necessidade para o fortalecimento da categoria profissional, pois só conseguiremos resistir se nos mantermos unidos reafirmando nosso compromisso contra toda forma de preconceito e violência”, afirma Yasmine Ferreira, diretora da Seccional. As e os profissionais presentes parabenizaram as convidadas por conseguirem tratar a temática, em um tempo breve, com propriedade e clareza, proporcionando grandes reflexões para o avanço da discussão e apontando o racismo institucional velado vivenciado também pelas assistentes sociais. Além disso, reafirmaram a importância de se levar a discussão sobre o racismo para os espaços sócio-ocupacionais, com a equipe multiprofissional, com as famílias atendidas e também para todos os espaços sociais e de luta em que a categoria participa. Houve, ainda, um resgate histórico sobre uma das primeiras assistentes sociais negras, Dona Ivone Lara, pois, de acordo com Yasmine, conhecer a história da profissão e suas protagonistas, fortalece e engrandece para se prosseguir na luta e na defesa de “um projeto profissional vinculado ao processo de construção de uma nova ordem societária, sem dominação, exploração de classe, etnia e gênero”. “Nesta que foi a gestão do Conjunto CFESS-CRESS em que a campanha ‘Assistentes sociais no combate ao racismo’ foi implantada, um evento como este não é uma ação pontual, mas apenas o início dessa discussão no ano de 2019”, sinaliza a diretora da Seccional. Acompanhe e participe da Comissão de Seguridade Social da Seccional Uberlândia para somar força a esse movimento!  


Triângulo Mineiro debate questão racial em evento do CRESS-MG

Uberlândia/Minas Gerais

Responsável: CRESS 6ª REGIÃO/ MINAS GERAIS

  A questão étnico-racial e o Serviço Socal foi o tema da palestra promovida pela Seccional Uberlândia do CRESS-MG, no dia 8 de maio, para comemorar o Dia da e do Assistente Social. A atividade foi ministrada pela doutora em Serviço Social e professora na Universidade Federal do Triângulo Mineiro, Tais Pereira de Freitas e mediada por Glaucia Ramos e Rodrigo Valadares, da diretoria da Seccional. Transmitido ao vivo, o evento teve um alcance de mais de três mil pessoas, no Facebook, e contou, ainda, com a presença da conselheira do CFESS, Mariana Furtado, da diretora nacional da ABEPSS, Ana Carla Costa, e da coordenadora nacional da Enesso, Brenda Soares Rodrigues.  


Cine CRESS debate Diversidade Sexual e Racismo

São Paulo/SP

Responsável: CRESS 9ª REGIÃO/ SÃO PAULO

  O comitê da campanha "Assistentes Sociais no Combate ao Racismo" realizou em 27 de junho, mais um encontro do CINE CRESS, dessa vez sobre Diversidade Sexual e Racismo, em alusão ao mês do Orgulho LGBTI+. A escolha do filme Favela Gay, documentário que retrata as comunidades LGBTI+ nas favelas do Rio de Janeiro, foi pensada pelo comitê para incentivar o debate sobre as pautas identitárias e a realização de ações que priorizem a participação e envolvimento destes grupos nas ações voltadas à campanha. A sessão realizada no SESC Consolação, em São Paulo, teve a presença de assistentes sociais e militantes de movimentos pela diversidade, seguida de uma roda de conversa com a deputada estadual Érica Maluguinho, primeira mulher trans eleita no estado de São Paulo, Rodrigo Felha, diretor do documentário e a mediação do conselheiro estadual Guilherme Moraes da Costa.  


Debate étnico-racial é tema da nova edição da Revista Emancipa

São Paulo/SP

Responsável: CRESS 9ª REGIÃO/ SÃO PAULO

  A nova edição da Revista Emancipa: O Cotidiano em Debate, chega ao 4º número pautada pela campanha de gestão " Assistentes Sociais no Combate ao Racismo", com artigos que discutem cotas, política de saúde, colonialidade e família, na perspectiva do Serviço Social. O lançamento da edição, feito oficialmente em 18 de maio durante o Seminário Estadual em comemoração ao Dia da/do Assistente Social, acontece em um momento histórico do país marcado pela ameaça da retirada de direitos sociais e pelo acirramento da violência, expressas no genocídio da população negra e indígena e na violência contra grupos religiosos de matriz africana. Nesta edição, a Revista conta com 5 artigos, além da Galeria CRESS, com registros das principais ações das campanha desde seu lançamento oficial, em agosto de 2018.  


Seminário Serviço Social no Combate ao Racismo

Santa Maria da Vitória - BA

Responsável: CRESS 5ª REGIÃO/ BAHIA

  O Nucress Bacia do Rio Corrente realizou nesta sexta feira dia 15 de março , 2019 na cidade de Santa Maria da Vitória, o Seminário Serviço social no combate ao racismo. O evento contou com a presença de assistentes sociais, militantes de movimentos negros, estudantes secundaristas, estudantes universitários e comunidade local. Durante a manhã, ocorreram discussões acerca da interlocução de gênero e raça, com ênfase para o debate sobre feminismo negro e expressões cotidianas do racismo. Durante a tarde, assistentes sociais da região conduziram as discussões a partir das vivências profissionais relacionadas a questão racial em suas múltiplas manifestações, abordando também sobre gênero e sororidade A atividade integra a campanha do conjunto CFESS- CRESS "Assistentes Sociais no combate ao racismo" e reitera a importância de debates e ações cotidianas no enfrentamento as desigualdades raciais.A atividade contou com a presença de 110 pessoas.  


Amanhecer por Marille e Anderson

São Paulo/SP

Responsável: CRESS 9ª REGIÃO/ SÃO PAULO

  No dia 14 de março, o Comitê da Campanha Assistentes Sociais no Combate ao Racismo, realizou uma caminhada simbólica para demarcar um ano sem respostas do brutal assassinato de Marielle Franco e de Anderson Gomes, no Rio de Janeiro. Reunidas durante toda a manhã, assistente sociais e estudantes fizeram uma caminhada silenciosa até a sede do CRESS/SP levando durante o trajeto cartazes e placas, além de cópias da carta de Porto Alegre para distribuir aos passantes. O ato encerrou com a confecção de uma faixa em homenagem à Marielle que foi pendurada na fachada da sede do conselho. O comitê é um coletivo que tem como objetivo ampliar a participação da categoria nas atividades da campanha, de maneira que as ações possam alcançar um maior número de pessoas, movimentos sociais e coletivos interessados no debate sobre as variadas expressões do racismo na sociedade e no exercício profissional de assistentes sociais.  


CRESS RJ lança edição especial da revista Praxis sobre a campanha do Conjunto

RIO DE JANEIRO/RJ

Responsável: CRESS 7ª REGIÃO/ RIO DE JANEIRO

  A campanha do triênio do Conjunto CFESS/CRESS (2017-2020), “Assistentes Sociais no Combate ao Racismo”, surge a partir dos mais de 30 anos de debates, estudos e parcerias com os Movimentos Negros brasileiro. Esta campanha, alinhada com o compromisso ético-político expresso no Código de Ética profissional das assistentes sociais de eliminação de qualquer forma de preconceito, sobretudo as expressões do racismo, deixa evidente a direção que a categoria deve seguir. Nós, assistentes sociais, ocupamos diversos espaços sócio-ocupacionais onde, obviamente, atendemos em sua grande maioria a população negra, pobre e periférica, atuando sobre demandas relativas às políticas públicas de saúde, educação, habitação, assistência social etc. Esse dado se justifica em função da formação social elitista no Brasil, que historicamente sempre marginalizou a população negra alforriada e seus descendentes. Por isso, o conjunto CFESS/CRESS compreende que dar centralidade às questões étnico-raciais no âmbito da atuação profissional, na direção ético-política da categoria e no incentivo à produção de subsídios intelectuais por pesquisadoras, é tarefa primordial na direção da construção de uma nova forma de sociabilidade. Nesse intuito, o CRESS-RJ, desde a aprovação da campanha no 46º Encontro Nacional, em Brasília, produziu uma série de materiais impressos, vídeos e artes visuais que reforçam esse engajamento, além de promover eventos e participar de diversos espaços de militância para levar a mensagem desta jornada trienal – como, por exemplo, o apoio e participação dos eventos dos 21 dias de ativismo contra o racismo. Por isso, trazemos às colegas este compilado com matérias que abordam a temática étnico-racial publicadas desde 2017 no jornal trimestral Práxis. Observa-se que o debate sobre as questões étnico-raciais emerge com maior força na conjuntura como resposta ao recrudescimento das opressões e explorações sofridas pela população negra. Não que o racismo nunca tivesse existido. Ao contrário! Como afirma Roseli Rocha, o racismo sempre teve formas sutis de se expressar. Porém, o que supomos é que atitudes racistas tem se tornado mais evidentes (menos “tímidas”) no atual contexto, como se seus patrocinadores estivessem se sentindo legitimados a expressar seus ódios por tanto tempo abafados. Tudo isso, supomos, reflete o discurso de ódio fomentado por aqueles que deveriam representar o país de forma democrática, justa e igualitária. Importa-nos dar destaque ao legado de Zumbi dos Palmares, Dandara, Machado de Assis, Teresa de Benguela, Luiz Gama, Carolina de Jesus, Marielle Franco dentre outras personalidades, afinal, “nossos passos vêm de longe”. De acordo com dados do IBGE, a população negra brasileira alcança 54% dos habitantes do país, sendo ela a maior parcela entre os 10% mais pobres (75%) e a menor parcela entre os 1% mais ricos (17,8%). No que tange à educação, a taxa de analfabetismo é de 22,3% entre a população negra e 5% entre os brancos. Além disso, de acordo com pesquisas publicadas no Mapa da Violência (2016), negros morrem 2,6 vezes mais que brancos vítimas de disparos oriundos de armas de fogo – sendo a maioria dos ferimentos nas costas! Consequentemente, esta desigualdade rebate no Serviço Social, pois, como já dito, a população usuária das políticas sociais é majoritariamente negra. De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), cerca de 70% de quem acessa o Sistema Único de Saúde (SUS) e 73% dos beneficiários do programa Bolsa Família se autodeclaram negros e negras. Apenas esses dados seriam suficientes para indicar o colossal abismo entre as parcelas raciais da sociedade. Assim, pensando no atual contexto de redução veloz das políticas públicas e retiradas ferozes de direitos historicamente conquistados pela classe trabalhadora, apontar o racismo estrutural que atravessa todas as esferas da produção social da vida é firmar o compromisso ético das assistentes sociais com uma sociedade livre, justa e sem discriminação. Assistentes Sociais contra o Racismo - Compilado de matérias publicadas no Praxis. Acesse a publicação pelo endereço: http://www.cressrj.org.br/site/wp-content/uploads/2019/03/AS-contra-o-racismo-compilado.pdf  


Os Impactos do Racismo Ambiental para o Exercício Profissional

RIO DE JANEIRO/RJ

Responsável: CRESS 7ª REGIÃO/ RIO DE JANEIRO

  O CRESS RJ realizou, em 19 de março, a roda de conversa ‘Os Impactos do Racismo Ambiental para o Exercício Profissional da Assistente Social’. O evento foi organizado pelas comissões de Gênero, Etnia e Diversidade Sexual (GEDS) e Direito à Cidade e contou com a participação da assistente social e professora da PUC Rio Valéria Bastos e da arquiteta e urbanista, coordenadora Regional da Plataforma Cidades Tainá de Paula. A conselheira coordenadora da GEDS Malú Vale mediou o debate, no auditório do Conselho. Durante a exposição da mesa, Valéria mostrou a realidade da dinâmica social do lixão de Jardim Gramacho, em Duque de Caxias, para apontar os impactos do racismo ambiental para as populações negra e periférica. Para a pesquisadora, existem alternativas para superação do caos socioambiental instalado em áreas de erradicação de lixões, como promover o fortalecimento dos movimentos sociais no bojo da sociedade. Pois a sociedade civil unida possui uma força motriz inigualável. Já a abordagem da arquiteta Tainá se debruçou sobre como a cidade é pensada e distribuída a partir do recorte de raça e como a cidade ainda cria barreiras visíveis e invisíveis para a circulação da população negra. Não é genocídio bélico, mas as condições as quais as parcelas marginalizadas dos centros urbanos estão expostas tem impacto direto na expectativa de vida, gerando problemas na educação, acesso a emprego e lazer, por exemplo. Para apontar as formas organizativas dos territórios negros, Tainá fez um comparativo entre os atuais guetos urbanos e os quilombos, que eram locais extremamente organizados em sua distribuição espacial. Racismo ambiental diz respeito às injustiças sociais e ambientais que recaem de forma desproporcional sobre etnias vulnerabilizadas, como a escolha de um local para instalação de um depósito de resíduos, ou a remoção de uma comunidade tradicional para fins comerciais. O debate fez parte da Campanha do Conjunto CFESS/CRESS “Assistentes Sociais no Combate ao Racismo”, que durante o triênio 2017-2020, promove e promoverá ações reflexivas sobre o debate racial no exercício profissional da categoria. O evento também contribuiu para a construção coletiva dos 21 Dias de Ativismo Contra o Racismo ( 7 a 27 - março 2019)  


Assistentes sociais participam do festival Justiça por Marielle e Anderson

RIO DE JANEIRO/RJ

Responsável: CRESS 7ª REGIÃO/ RIO DE JANEIRO

  Há exato um ano, Marielle Franco e Anderson Gomes foram covardemente assassinados à tiros no Rio de Janeiro. A comoção ganhou repercussão dentro e fora do país. Porém essa emoção se transformou em pauta de luta, que além de cobrar justiça pela morte da então vereadora da cidade, fortaleceu uma série de reivindicações da população periférica, negra, Lgbt, etc historicamente invisibilizadas pelos que controlam o poder. E nesta quinta-feira, 14 de março, pelo menos 15 capitais brasileiras contaram com homenagens à vereadora. No Rio, o festival “Justiça por Marielle e Anderson” reuniu pacificamente milhares de pessoas, no Centro, e contou com a participação de artistas, figuras públicas, familiares, amigos e políticos da defensora dos direitos humanos. Ao longo do dia, em diversos pontos e cidades do estado, ocorreram atos em lembrança à Marielle e seu legado. Um crime ainda sem solução, mesmo após a justiça mandar prender dois suspeitos de participar da ação, mas que não deixa as vozes se calarem. “Quem mandou matar Marielle?” é o grito que ecoa. Mulher negra, LGBT, favelada, socialista Marielle sempre atuou na mesma direção contra hegemônica defendida pelo Serviço Social brasileiro. No horizonte, tanto da parlamentar quanto de assistentes sociais, estava a construção de uma sociedade livre da exploração e opressão. E o CRESS RJ não poderia deixar de participar deste ato de afeto político. Marielle que representava diversas frentes dos movimentos sociais, nos faz lembrar que a campanha de triênio do Conjunto CFESS-CRESS (2017-2020), “Assistentes Sociais no Combate ao Racismo”, atua nesse sentido: a defesa intransigente dos direitos humanos. Dentro desse período, o Conjunto promoverá ações reflexivas sobre o debate racial no exercício profissional da categoria. Também vale destacar que a construção coletiva dos 21 Dias de Ativismo Contra o Racismo ( 7 a 27 - março 2019), espaço este que o Conselho participa ativamente, reforça o necessário enfrentamento desta realidade que atinge mais de 50% da população brasileira.  


Dia Internacional de Luta das Mulheres

RIO DE JANEIRO/RJ

Responsável: CRESS 7ª REGIÃO/ RIO DE JANEIRO

  O CRESS RJ esteve presente no ato 8M realizado na última sexta, pelo dia Internacional de Luta das Mulheres, no Centro do Rio de Janeiro. As manifestações que ocorrem em todo território nacional e levaram milhares de brasileiras às ruas, teve como mote principal “Pela vida das mulheres, somos todas Marielle”, vereadora (PSOL RJ) brutalmente assassinada enquanto exercia seu mandato em 14 de março de 2018, junto com seu motorista Anderson Gomes. O desmonte das políticas públicas, com foco especial na Previdência, o aumento no número de feminicídios e os retrocessos do governo Bolsonaro (PSL) também estiveram na ordem do dia. O Conselho tem participado ativamente de espaços de construção coletiva como este. Além de integrar a Campanha de 21 Dias de Ativismo Contra o Racismo, que pelo terceiro ano consecutivo promove atividades que dão visibilidade à questão racial, ao incidir nesses movimentos o CRESS RJ reforça e amplia o debate da Campanha do Triênio do Conjunto CFESS/CRESS, “Assistentes Sociais no Combate ao Racismo”. Até 2020, o Conjunto planejará e organizará ações que enfrentem o debate, estimulem as reflexões acerca da presença do racismo no cotidiano e construam uma agenda para esta luta.  


CRESS RJ compõe a campanha dos 21 Dias de Ativismo Contra o Racismo

RIO DE JANEIRO/RJ

Responsável: CRESS 7ª REGIÃO/ RIO DE JANEIRO

  A Campanha foi criada para que várias organizações, entidades, Universidades, Movimentos Sociais, Sindicatos, ONG´s e pessoas de referência na luta pelas questões raciais criassem uma agenda de atividades pacificas e autogestionadas, focadas na reflexão sobre este tema. O CRESS RJ participa ativamente da organização das atividades desenvolvidas pela jornada. Em 2019, entre os dias 07 e 27 de março, a programação da terceira edição da Campanha possui atividades em vários estados denunciando as diversas formas de racismo. Os “21 Dias” tem como referência o Dia Internacional de Combate ao Racismo, data que, por sua vez, foi constituida em memória às vítimas do massacre de Shaperville, na África do Sul quando, durante protesto contra a Lei do Passe que restringia a mobilidade da população negra, a repressão policial matou 69 pessoas. Venha fazer parte do “21 Dias de Ativismo Conta o Racismo!”  


O antropólogo Kabengele Munanga apoia a Campanha

RIO DE JANEIRO / RJ

Responsável: CRESS 7ª REGIÃO/ RIO DE JANEIRO

  O novembro negro é a busca pela conscientização da luta dos afrodescendentes no Brasil. Destacando os diversos dilemas acerca do tema, mas também buscando abrir novas possibilidades concretas de ação contra o racismo. No vídeo, o antropólogo Kabengele Munanga deixa seu relato e convoca todas as assistentes sociais para essa fundamental reflexão  


O racismo é extremamente nocivo

RIO DE JANEIRO / RJ

Responsável: CRESS 7ª REGIÃO/ RIO DE JANEIRO

  Elisa Larkin Nascimento, viúva de um dos maiores teóricos e militantes da causa negra no Brasil, Abdias do Nascimento, afirma que o racismo é uma forma extremamente nociva ao afetar e dimunir a pessoa enquanto ser humano, por conta do ódio e da discriminação. Por isso ela destaca que a Campanha Assistentes Sociais no Combate ao Racismo é um olhar específico para esse tema tão fundamental.  


Materiais gráficos divulgam logomarca da Campanha

Porto Alegre / RS

Responsável: CRESS 10ª REGIÃO/ RIO GRANDE DO SUL

  Pastas, blocos e adesivos com a logomarca da Campanha de Gestão do Conjunto CFESS-CRESS (2017-2020) foram produzidos pelo CRESS-RS para utilização em eventos e atividades de educação permanente a serem promovidos pelo Conselho no estado, neste ano de 2019. Além da identidade visual da campanha, o material traz um poema do autor gaúcho e militante do movimento negro, Oliveira Silveira, falecido em 2009.  


Canal no Youtube traz depoimentos sobre o papel dos/as assistentes sociais na luta antirracista

Porto Alegre/RS

Responsável: CRESS 10ª REGIÃO/ RIO GRANDE DO SUL

  O CRESS-RS vem atualizando seu canal no Youtube com conteúdos sobre o combate ao racismo pelos/as assistentes sociais. A primeira postagem apresenta o depoimento da Profa. Dra. Roseli da Fonseca Rocha (IFF/FIOCRUZ), após sua participação no painel de abertura do 12º Encontro Gaúcho de Assistentes Sociais, em maio de 2018, intitulado "Afirmação de um projeto societário emancipador na atual conjuntura: assistente social no combate à sociedade classista, racista e heteropatriarcal". Posteriormente, por ocasião do mês da Consciência Negra, foram divulgados dois novos vídeos, com depoimentos de conselheiros/as e trabalhadores/as do CRESS-RS e assistentes sociais de base. As gravações ocorreram em diferentes pontos do estado, de forma interativa: os/as participantes dos vídeos realizaram seus próprios registros e enviaram à assessoria de comunicação do Conselho.  


A população negra e o direito à cidade foram tema de conteúdo especial pelo Dia da Consciência Negra

Belo Horizonte/Minas Gerais

Responsável: CRESS 6ª REGIÃO/ MINAS GERAIS

  No fim do ano passado, o CRESS-MG trouxe para o 20 de novembro, uma reflexão sobre o apagamento da população negra e periférica das artes e dos centros urbanos. Em conversa com a jornalista e pesquisadora Simone Moura, fica evidente que o acesso a bens culturais que a região central das cidades oferece não contempla a população negra, mas, isso não impede que ela tenha uma produção cultural própria, que vão desde os bailes funk à Folia de Reis. Já o presidente da União Popular (UP) e coordenador do Nacional do Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB), Leonardo Péricles, fala sobre como os interesses do capital contribuem para a manutenção da dinâmica das cidades, onde o preto e pobre precisa morar distante, isso quando tem moradia. Estes e outros conteúdos você confere em > bit.ly/2AcQEZM.  


Dia da Liberdade de Cultos

Vitória - ES

Responsável: CRESS 17ª REGIÃO/ ESPÍRITO SANTO

  Para o Dia da Liberdade de Cultos, comemorado no dia 7 de janeiro, O CRESS-ES produziu uma matéria sobre o respeito e o combate ao preconceito com as religiões, em especial as de matriz africana. O conteúdo pode ser visto por meio do link http://www.cress-es.org.br/laicidade-por-um-fio-intolerancia-religiosa-cresce-no-brasil/  


Assistentes sociais em combate ao racismo foi tema de debate em BH

Belo Horizonte/Minas Gerais

Responsável: CRESS 6ª REGIÃO/ MINAS GERAIS

  Para seguir em frente é preciso lembrar do que já foi vivido. Esta é a mensagem transmitida pela Sankofa, símbolo presente em algumas culturas africanas, representado por uma ave que caminha com a cabeça virada para trás. Valorizar a ancestralidade e entender como o passado de escravidão reflete nos dias atuais são alguns dos objetivos do Dia da Consciência Negra, comemorado em 20 de novembro. A fim de dar visibilidade a esta pauta e lançar a campanha de gestão do Conjunto CFESS-CRESS (2017-2020), “Assistentes sociais no combate ao racismo”, o CRESS-MG promoveu um debate, no dia 22 de novembro de 2018, no Centro Nacional de Africanidade e Resistência Afro-Brasileira (Cenarab), em Belo Horizonte, também veiculado ao vivo, pelo Facebook. Entre as convidadas, estava a coordenadora do espaço, Makota Celinha e o presidente da Unidade Popular (UP) e da Coordenação Nacional do Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB), Leonardo Péricles. Na mesa, também estavam a professora do curso de Serviço Social do Centro Universitário Unihorizontes, Suênya Almeida, e o conselheiro do CRESS-MG e coordenador da Comissão de Educação da instituição, José Ribeiro. Além de assistentes sociais, estiveram presentes militantes do movimento negro e moradoras e moradores de ocupações de Belo Horizonte. Já na internet, o evento alcançou mais de sete mil visualizações.  


Formação sobre as relações étnico-raciais e Serviço Social

São Paulo / SP

Responsável: CRESS 9ª REGIÃO/ SÃO PAULO

  Atividade planejada em conjunto com as entidades da categoria profissional (CRESS/SP, ENESSO e ABEPSS) que se materializa em 3 etapas, sendo: 1ª Etapa: Oficina com Docentes - As relações étnico-raciais na formação profissional de assistentes sociais (aconteceu em 29/09/2018 e reuniu cerca de 35 docentes de Serviço Social); 2ª Etapa: Mini-Curso - As relações étnico-raciais e o trabalho do/a assistente social (aconteceu em 09 e 10 de novembro de 2018 e reuniu cerca de 30 profissionais num curso de 15 horas) e a 3ª Etapa: Encontro com Estudantes - Reflexões sobre as relações étnico-raciais na formação profissional, realizado dia 08 de dezembro, todos na cidade de São Paulo.  


Seminário debate racismo institucional

São Paulo / SP

Responsável: CRESS 9ª REGIÃO/ SÃO PAULO

  Realizado pelo NUCRESS Leste (CRESS-SP), o seminário "Racismo Institucional e os desafios para o Serviço Social" reunindo cerca de 120 profissionais e estudantes no mês de setembro de 2018. Com a visibilidade e importância da temática, o evento foi destaque na Revista Carta Capital. http://negrobelchior.cartacapital.com.br/seminario-abordara-a-relacao-do-racismo-institucional-e-o-servico-social-no-brasil  


Jornal Via Social

Florianópolis/Santa Catarina

Responsável: CRESS 12ª REGIÃO/ SANTA CATARINA

  O CRESS 12ª Região (Santa Catarina) trouxe como tema central da última edição do Jornal Via Social (Dezembro de 2018) a Campanha Assistentes Sociais Contra o Racismo. A edição é enviada, via Correios, para todo/as Assistentes Sociais do Estado de Santa Catarina e também para as prefeituras do estado. A edição trouxe, além de notícias do último semestre de 2018, um artigo central elaborado pelas Assistentes Sociais Anna Carolina Machado do Espírito Santo e Flávia de Brito Souza Garcia, intitulado O SERVIÇO SOCIAL E A QUESTÃO RACIAL. Acesse o pdf do arquivo abaixo: http://cress-sc.org.br/wp-content/uploads/2019/01/Via-Social-Dezembro-2018.pdf  


Roda de Conversa - Assistentes Sociais no Combate ao Racismo

Florianópolis/Santa Catarina

Responsável: CRESS 12ª REGIÃO/ SANTA CATARINA

  No dia 20 de novembro de 2018, dia da Consciência Negra, o CRESS 12ª Região chamou a categoria profissional para refletir, sem pretensão de esgotar o diálogo, numa perspectiva crítica dos direitos humanos, a seguinte temática: “Assistentes Sociais no Combate ao Racismo”. O CRESS 12ª Região em parceria com o Coletivo Negro de Serviço Social da Universidade Federal de Santa Catarina Magali da Silva Almeida e com a Coordenadoria Estadual de Igualdade Racial, promoveu no auditório do Conselho a Roda de Conversas que pode ser acessada na íntegra, com interpretação em LIBRAS, no link acima.  


Aula pública "Assistentes Sociais na Luta contra o Racismo"

João Pessoa/PB

Responsável: CRESS 13ª REGIÃO/ PARAÍBA

  Na tarde do dia 21/11, o CRESS/PB realizou uma aula pública com o tema "Assistentes Sociais na Luta contra o Racismo", para comemorar o Dia da Consciência Negra e inaugurar a campanha da Gestão 2017-2020 do conjunto CFESS-CRESS. Foram convidadas a ministrar a aula a prof. Dandara Correia, discutindo a saúde da população negra, a prof. Genielly Ribeiro, que falou sobre a violência à juventude negra, e a assistente social Elisabeth Vitorino, discutindo sobre ética profissional e enfrentamento ao racismo.  


CRESS-MA Realiza a I Roda de Diálogo Assistentes Sociais no Combate ao Racismo

São Luis/MA

Responsável: CRESS 2ª REGIÃO/ MARANHÃO

  O CRESS-MA realizou na tarde do dia 29/11, em sua Sede, a I Roda de Diálogo Assistentes Sociais no Combate ao Racismo. O evento, organizado pelo Conselho e articulado pela sua Comissão de Ética e Direitos Humanos, faz parte da campanha de gestão do Conjunto CFESS-CRESS (2017-2020) que tem como objetivo debater o racismo no exercício profissional de assistentes sociais e, incentivar a promoção de ações de combate ao racismo no cotidiano profissional.A I Roda de Diálogo, intitulada “As expressões do Racismo, Políticas e Ações de Enfrentamento” teve início com a fala da conselheira Vanessa Nathália Amorim, coordenadora da Comissão de Ética e Direitos Humanos, que fez a leitura da Carta de Porto Alegre para contextualizar o público sobre a Campanha da Gestão (2017-2020) “Assistentes Sociais no Combate ao Racismo”. O documento político ressalta a defesa intransigente dos direitos humanos e a recusa do arbítrio e do autoritarismo, defesas vinculadas às ações de combate ao racismo, aprovado durante o 47º Encontro Nacional do Conjunto CFESS-CRESS, em Porto Alegre – RS. Em seguida, a exposição ficou a cargo da assistente social Cecília Batista, representante do Grupo de Mulheres Negras “Mãe Andresa”. O grupo “Mãe Andresa”, como é comumente conhecido, foi fundado em 1986 a partir de um movimento de mulheres negras de São Luís, que tinha como objetivo construir uma identidade positiva para as mulheres negras no Estado. Cecilia abordou aspectos conceituas sobre o racismo no Brasil, onde e como ele ocorre, fez uma breve caracterização da população negra e, por fim, mostrou como está à luta coletiva no Brasil e no Maranhão. “Existe sim uma dívida histórica com a população negra, pois, essas pessoas não pediram para sair do seu continente de origem, elas foram tiradas a força de lá”, afirmou Cecília.Durante a apresentação, a assistente social exibiu dados alarmantes quanto à saúde da população negra e a violência acometida a essas pessoas. Alguns dos dados apresentados podem ser acessados no dossiê “A Situação dos Direitos Humanos das Mulheres Negras no Brasil: Violências e Violações”, o documento que apresenta diferentes formas de violações de direitos humanos de mulheres negras brasileiras foi apresentado na 157ª sessão da Comissão da OEA – Organização dos Estados Americanos, resultado de um trabalho conjunto do Geledés – Instituto da Mulher Negra e Criola – Organização de Mulheres Negras, sob a coordenação de Nilza Iraci e Jurema Werneck. “O momento atual é de reconhecimento dos nossos direitos constitucionais, agora mais do que nunca será preciso lutar por eles”, finaliza Cecilia Batista.  


1º Colóquio "Serviço Social em Debate"

Campo Grande/MS

Responsável: CRESS 21ª REGIÃO/ MATO GROSSO DO SUL

  No dia 12 de dezembro, o CRESS/MS, gestão “Resistir Para Fortalecer a Luta” (2017/2020), realizou o 1º Colóquio "Serviço Social em Debate", que abordou dois temas principais: “Assistentes sociais no Combate ao Racismo” e “Direitos Humanos em tempos de desconstrução de direitos”. O evento contou com a participação de assistentes sociais, estudantes e profissionais de outras áreas. A escolha dos títulos contemplou, primeiramente, a Campanha de Gestão 2017/2020 do Conjunto CFESS/CRESS, lançada em novembro, mês em que se comemora o Dia da Consciência Negra. O outro tema abordado foi em alusão aos 70 anos da proclamação da Declaração Universal dos Direitos Humanos, celebrada no dia 10 de dezembro. “Este evento é uma programação proposta na campanha da nossa gestão, tendo em vista a ação nacional do Conjunto CFESS/CRESS, levando em conta o momento atual que vivemos no país e, principalmente, na nossa categoria. O momento contribuiu para debatermos juntos o papel que nós, assistentes sociais, ocupamos frente aos Direitos Humanos, sendo essa uma função precípua da nossa profissão, e dialogarmos sobre toda e qualquer forma de preconceito, em especial o racismo, procurando trazer essa reflexão pedagógica”, ressaltou a conselheira e coordenadora da Comissão de Comunicação do CRESS/MS Giany da Conceição Costa. Três convidadas puderam dialogar com os presentes e trocar informações e experiências: A professora aposentada e mestre em Serviço Social Joana Maria Machado discursou sobre a questão dos direitos humanos; A assistente social, conselheira do CRESS/MS e doutora em educação Laura Márcia dos Santos trouxe para o encontro a abordagem do Serviço Social e a descriminação racial em uma compreensão teórica e destacou o tema da Campanha de Gestão 2017/2020; e a assistente social Lílian Rosa Silva, que atua na Comunidade Negra São João Batista, discursou em uma visão mais prática sobre o trabalho do assistente social frente ao racismo.  


Assistentes sociais participam de Cine debate e aborda combate ao racismo

Palmas/TO

Responsável: CRESS 25ª REGIÃO/ TOCANTINS

  Com a intenção de debater as expressões do racismo, promover um espaço de troca para enfrentamento e combate ao racismo no cotidiano, o Conselho Regional de Serviço Social- 25ª Região (CRESS/TO), por meio da Comissão de Ética promoveu um Cine Debate nesta quinta-feira, 29 , Colégio Militar Unidade I, em Palmas. Na oportunidade foi exibido o filme “Estrelas Além do Tempo". Esta ação marca a data de 20 de novembro, Dia da Consciência Negra e ressalta a campanha nacional “Assistente sociais no combate ao racismo”. O debate contou com a participação de Janaína Costa (Coletivo de Mulheres Negras Ajunta Preta), Naiara Mascarenhas (Coletivo Nacional de Juventude Negra /Enegrecer), Rossana Reis (Marcha Mundial das Mulheres Negras). De acordo com a conselheira e coordenadora da Comissão de Ética do Conselho Regional de Serviço Social- 25ª Região (CRESS/TO) Cliseuda da Silva, a intenção foi debater as expressões do racismo. “Além disso, promover um espaço de troca para enfrentamento e combate ao racismo enquanto assistente social no nosso cotidiano”, destacou. Segundo a presidente do CRESS/TO, Eliane Cristina Costa de Oliveira, esta campanha do Conjunto CFESS-CRESS vem debater o racismo no exercício profissional de assistentes sociais. "Estimular ações de combate ao racismo no dia a dia da profissão, e a necessidade de combater o racismo nos espaços de trabalho dos profissionais de Serviço Social, conforme o projeto ético - politico profissional e os princípios de nosso Código de Ética Profissional. Nós assistentes sociais necessitamos repudiar o racismo, as violações de direitos e qualquer tipo de violência sofrida pela população negra", afirmou. O tema de campanha da Gestão do Conjunto CFESS-CRESS (2017-2020) "Assistentes sociais no combate ao racismo”, foi aprovado no fórum máximo deliberativo da categoria no ano de 2017, durante o 46° Encontro Nacional.  


Roda de conversa vai discutir questões étnico-raciais nesta quinta-feira (29)

Vitória/ES

Responsável: CRESS 17ª REGIÃO/ ESPÍRITO SANTO

  Organizada pela Comissão de Ética e Direitos humanos e Formação Profissional, a Roda de Conversa “Estatuto da Igualdade Racial e o exercício profissional em Serviço Social” vai discutir junto com os/as Assistentes Sociais os desafios da profissão diante das questões étnico-raciais que perpassam a vida da população usuária atendida pelo Serviço Social e a importância da apreensão do Estatuto em nosso trabalho cotidiano. O bate-papo ocorrerá nesta quinta-feira (29), das 8h30 às 11h, no Auditório do Hospital Dório Silva e será mediado pela Assistente Social do CREAS, Meyrieli Carvalho. “A atividade tem por objetivo fazer o combate ao racismo institucional nos diferentes espaços de trabalho da categoria, dar visibilidade às demandas da população negra por direitos sociais, denunciar o racismo, além de articular diferentes formas de dialogar com a sociedade sobre como o racismo estrutura as nossas relações sociais, políticas e econômicas”, explica Meyrieli. A ação faz parte da campanha do triênio (2017-2010) deliberada pelo Conjunto CFESS/CRESS: “Assistentes Sociais no combate ao racismo”, que foi lançada no último dia 20 de Novembro – Dia da consciência negra – no estado do Espírito Santo.  


A juventude negra quer viver!

Vitória/ES

Responsável: CRESS 17ª REGIÃO/ ESPÍRITO SANTO

  O extermínio da juventude negra foi o tema central da marcha que o Fórum Estadual da Juventude Negra do Espírito Santo (Fejunes) realizou nessa terça-feira, dia 20 de novembro. A 11º edição começou no Centro de Vitória, saindo da Casa Porto, passando pelo Palácio Anchieta e terminou no Museu Capixaba do Negro, onde foram realizadas diversas atividades culturais. “Estar presente nessa Marcha significa reafirmar o nosso compromisso ético e político com os movimentos sociais no combate ao racismo, porque vidas negras importam sim”, afirma a Presidente do CRESS-ES, Pollyana Pazolini. A Assistente Social também reforçou a importância da categoria participar da campanha “Assistentes sociais no combate ao Racismo”, da Gestão do Conjunto CFESS-CRESS (2017-2020), acessando o site: https://servicosocialcontraracismo.com.br/ Durante a marcha, o grupo de jovens lembrou que neste dia 20 de novembro, um dos fatos que chamou atenção em relação ao governador Paulo Hartung foi o anúncio de construção de mais um presídio, na contramão das reivindicações do Fejunes. No ato, porém, a pouco mais de um mês do fim do mandato de Hartung, não se poupou críticas ao seu antecessor e sucessor, Renato Casagrande (PSB). Respeito A categoria de Serviço social estava bem representada na Marcha e veio munida de cartazes e faixas que fazem parte da Campanha “Assistentes sociais no combate ao Racismo”, da Gestão do Conjunto CFESS-CRESS (2017-2020). A Campanha começou com o lançamento de cartazes, um deles traz a frase “Minha fé não é motivo para sua violência”, que denuncia o racismo contra as religiões afro-brasileiras e de matrizes africanas. Segundo um balanço do Disque 100 do ano de 2017 sobre discriminação religiosa, cerca 40% dos registros de denúncias envolvem racismo contra religiões como Umbanda, Candomblé, entre outras. Um dos manifestantes, o Pastor Soares da Igreja Presbiteriana elogiou a campanha e reforçou a importância ao respeito a todas as religiões. “Eu sou de uma religião que é fruto da ditadura militar, quando pessoas lutavam por igualdade e é por isso que estou nessa Marcha, que tem uma das agendas mais importantes que é a defesa da diversidade religiosa. É inaceitável que em nosso país, terreiros de Candomblé e Umbanda sejam silenciados e apedrejados”.  


Assistentes sociais debatem racismo no Dia da Consciência Negra

Natal/RN

Responsável: CRESS 14ª REGIÃO/ RIO GRANDE DO NORTE

  No Dia da Consciência Negra, na terça-feira (20), o Conselho Regional de Serviço Social do RN (Cress/RN) promoveu, em alusão à data, o debate "Povo negro vivo é povo forte", na Universidade Federal do RN (UFRN). Na ocasião, também foi lançada a campanha de gestão do Conjunto CFESS-Cress "Assistentes sociais no combate ao racismo". A atividade contou com a mesa inicial formada pelos/as assistentes sociais Michael Dantas, Karol Silva (conselheiras/os do Cress/RN) e Daniela Neves (conselheira do CFESS) e a psicóloga Luana Cabral (CRDH-UFRN), que falaram sobre o racismo presente em todos os espaços e também da importância da campanha do Conjunto CFESS-Cress. O debate foi conduzido pelas/os assistentes sociais Cristina Dias e João Paulo Diogo. Para Cristina Dias, a/o assistente social enfrenta cotidianamente nos espaços de trabalho um racismo naturalizado. Ela fez um panorama sobre o regime escravocrata pelo qual passaram o Nordeste e o Brasil e ressaltou que, desde esse tempo, o negro sustenta o capital, sem usufruir do que produz. "As relações se modernizaram, mas continuam desiguais", analisou. Nossa história é uma história de resistência que tentam apagar, que é negada", criticou a assistente social. Ela falou, ainda, sobre intolerância religiosa e sobre os alarmantes números da violência que vitima e mata o povo negro, sobretudo jovens e mulheres. "Precisamos que o Estado não invisibilize essa situação e efetive políticas de enfrentamento". Resistência O assistente social João Paulo Diogo tem no racismo alvo constante de luta. "Vocês sabem a importância do RG, que é concretamente o seu dispositivo de humanidade. Sem ele, você é um ente matável", disse, referindo-se às abordagens policiais principalmente nas periferias. "Ainda hoje, as corporações militares formam os praças e oficiais para terem como alvo principal os negros", criticou. "Nós, assistentes sociais, ainda reproduzimos o racismo institucional a todo instante", refletiu. "Precisamos acumular no debate de formação profissional a questão do racismo, levar essa reflexão às universidades", completou. Para João Paulo, o debate não pode se dar apenas no dia 20 de novembro, porque "enfrentar o racismo no dia a dia exige um instrumental de qualidade".  


Política de Assistência Social no Combate ao Racismo

São Paulo/SP

Responsável: CRESS 9ª REGIÃO/ SÃO PAULO

  O vídeo apresentado durante o Seminário Estadual sobre o trabalho da/o assistente social na Política de Assistência Social, em junho de 2018, teve como objetivo lançar a atenção sobre o trabalho profissional, sobretudo com um recorte étnico racial do público atendido por essa política e a necessidade de propor ações de combate e enfrentamento ao racismo. A reflexão sobre raça/etnia deve ser constante no trabalho do/a assistente social, pois é preciso que o racismo não seja naturalizado e seu enfrentamento se dê em todos os níveis, no cotidiano profissional, na formulação das políticas sociais, na prioridade de ações e tantos outros lugares. O CRESS/SP conclama todas e todos assistentes sociais a trilhar a luta contra o racismo em todos os espaços de trabalho!  


Ato público Assistentes Sociais no Combate ao Racismo

Rio de Janeiro / RJ

Responsável: CFESS

  A Campanha de Gestão (2017-2020) do Conjunto CFESS-CRESS, Assistentes Sociais no Combate ao Racismo, ganhou as ruas em novembro, mês em que se comemora o Dia da Consciência Negra! Na dia 19/11, o Conselho Federal e o CRESS-RJ foram às ruas da Cinelândia, região central e popular do Rio de Janeiro, para dialogar com a categoria, com estudantes de Serviço Social e com a população em geral sobre o racismo no cotidiano. “Você já foi descriminado/a por ser negro/a?” era a chamada de abordagem que conselheiras do CFESS e CRESS-RJ e assistente sociais da base usavam para conversar com as pessoas que passavam pelo local.   Durante a abordagem, as pessoas recebiam um panfleto e eram informadas que a população negra é a maior vítima de violência, e que o racismo pode acontecer dessa e de diversas outras formas. “Uma que é bem comum, por exemplo, é alguém atravessar a rua ou apressar o passo porque viu uma pessoa preta por perto. O racismo é uma realidade diária na vida de negros e negras e se expressa de diversas formas, sempre causando sofrimento, fazendo se sentirem inferiores”, diz trecho do material educativo distribuído.   Se a pessoa manifestava interesse, ela era convidada a conhecer mais sobre a campanha na tenda organizada no meio da praça, aonde foram distribuídos outros materiais (como cartazes, adesivos, bottons etc.) e foi montado um telão com som, para passar os vídeos da campanha.   Nessa tenda ocorreram também várias outras atividades, como uma aula pública sobre o racismo no Brasil, com a assistente social da Fiocruz Roseli Rocha, autora do caderno Racismo, da série Assistentes Sociais no Combate ao Preconceito, falas das entidades representativas do Serviço Social (Conjunto CFESS-CRESS e Abepss), de representantes do movimento negro, entre outras pessoas, bem como ações para valorização da cultura negra, como uma apresentação do grupo Filhas de Ghandy, que desenvolve atividades culturais e educacionais com foco na valorização das culturas de matriz africana, e uma oficina de turbante. Estudantes de Serviço Social também marcaram presença na atividade.   “Essa campanha é uma construção coletiva da categoria de assistentes sociais e dá visibilidade a um dos nossos princípios éticos, que é o de tratar todos/as com igualdade, sem qualquer preconceito ou forma de discriminação. O racismo é uma das formas de discriminação mais duradouras no Brasil, e ele persiste mesmo após a abolição da escravatura, há 130 anos. O combate ao racismo se faz, portanto, cotidianamente, e é compromisso da nossa categoria. Assistentes sociais fazem inúmeras ações desse tipo, no seu local de trabalho, no atendimento à população. É tarefa nossa dar voz às demandas da população negra para que acessem as políticas sociais”, afirmou a presidente do CFESS, Josiane Soares.   “Aonde é que a gente combate o racismo? Por que não tem saneamento para a nossa população? Por que somos as maiores vítimas da violência? A gente convida que as assistentes sociais reflitam no seu cotidiano sobre as expressões do racismo. A gente quer falar com a população que, em cada local em que ela for atendida por um/a assistente social, solicite que a profissional converse sobre o racismo. Não vamos nos calar diante da opressão”, enfatizou a presidente do CRESS-RJ, Dácia Teles.   Na oportunidade, a presidente da Abepss, Maria Helena Elpídio, também reforçou o engajamento da entidade com a campanha, e aproveitou para falar do documento que está sendo lançado nesta semana no Encontro Nacional de Pesquisadores/as em Serviço Social (15º Enpess), que traz subsídios para o debate sobre a questão racial na formação em Serviço Social.   Já no dia 20/11, foi a vez de o CFESS e CRESS-RJ se integrarem a duas atividades importantes para celebração do Dia da Consciência Negra. Uma delas é a tradicional lavagem da estátua em homenagem a Zumbi dos Palmares. Na ocasião, a campanha foi apresentada para quem estava presente. A outra foi a 7ª Marcha da Periferia, que reuniu centenas de pessoas em Madureira. Materiais da campanha também foram distribuídos nestas atividades.  


Lançamento da Campanha acontece no Rio

RIO DE JANEIRO / RJ

Responsável: CRESS 7ª REGIÃO/ RIO DE JANEIRO

  No dia 19 de novembro foi lançada oficialmente a campanha do triênio do Conjunto CFESS CRESS 'Assistentes Sociais no Combate ao Racismo', na Cinelândia, Centro do Rio. Com uma tenda montada em praça pública, as assistentes sociais puderam dialogar sobre a profissão e realizar conversas sobre o debate étnico racial, não apenas com a categoria, mas com usuários, transeuntes e curiosos que passaram pelo local. O evento contou as participações de militantes de movimentos negro e parlamentares. Além de contar com a participação do grupo Filhas de Gandhy e uma oficina de turbantes. No dia 20, o Conjunto se reuniu na tradiconal lavagem do busto de Zumbi de Palmares, também no Centro da cidade. Durante a comemoração, a presidenta do CFESS Josiane Soares destacou a importância da Campanha e reafirmou o compromisso da categoria com a luta da população negra e da classe trabalhadora  


Exercício Profissional e Questão Racial: desafios históricos na profissão

RIO DE JANEIRO/RJ

Responsável: CRESS 7ª REGIÃO/ RIO DE JANEIRO

  O CRESS RJ organizou o evento “Exercício Profissional e Questão Racial: desafios históricos na profissão”, que foi realizado no dia 20 de agosto, no auditório do Conselho o evento contou com as palestrantes Márcia Eurico, assistente social INSS/SP e professora da PUC-São Paulo; e Dácia Teles, presidenta do CRESS RJ. Mediação da mesa, agente fiscal Marenilse Satunirno.  


II Encontro Estadual de Mulheres Negras do Rio de Janeiro

Niterói/RJ

Responsável: CRESS 7ª REGIÃO/ RIO DE JANEIRO

  O Conjunto CFESS-CRESS também marcou presença no II Encontro Estadual de Mulheres Negras do Rio de Janeiro, que acontece na cidade de Niterói, nos dia 9 e 10 de novembro. Durante o evento as conselheiras CRESS RJ Malú Vale Silvia Maria Ribeiro, a diretora do CFESS Solange Moreira e a presidenta do CRESS RJ ressaltaram a importância da iniciativa no enfrentamento contra o racismo estrutural da sociedade brasileira.  


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