Ações CFESS-CRESS pelo Brasil 2018-12-17T13:27:45+00:00

AÇÕES CFESS-CRESS PELO BRASIL

Esta seção dá visibilidade às ações promovidas pelo Conjunto CFESS-CRESS durante a campanha.


CRESS RJ lança edição especial da revista Praxis sobre a campanha do Conjunto

RIO DE JANEIRO/RJ

Responsável: CRESS 7ª REGIÃO/ RIO DE JANEIRO

  A campanha do triênio do Conjunto CFESS/CRESS (2017-2020), “Assistentes Sociais no Combate ao Racismo”, surge a partir dos mais de 30 anos de debates, estudos e parcerias com os Movimentos Negros brasileiro. Esta campanha, alinhada com o compromisso ético-político expresso no Código de Ética profissional das assistentes sociais de eliminação de qualquer forma de preconceito, sobretudo as expressões do racismo, deixa evidente a direção que a categoria deve seguir. Nós, assistentes sociais, ocupamos diversos espaços sócio-ocupacionais onde, obviamente, atendemos em sua grande maioria a população negra, pobre e periférica, atuando sobre demandas relativas às políticas públicas de saúde, educação, habitação, assistência social etc. Esse dado se justifica em função da formação social elitista no Brasil, que historicamente sempre marginalizou a população negra alforriada e seus descendentes. Por isso, o conjunto CFESS/CRESS compreende que dar centralidade às questões étnico-raciais no âmbito da atuação profissional, na direção ético-política da categoria e no incentivo à produção de subsídios intelectuais por pesquisadoras, é tarefa primordial na direção da construção de uma nova forma de sociabilidade. Nesse intuito, o CRESS-RJ, desde a aprovação da campanha no 46º Encontro Nacional, em Brasília, produziu uma série de materiais impressos, vídeos e artes visuais que reforçam esse engajamento, além de promover eventos e participar de diversos espaços de militância para levar a mensagem desta jornada trienal – como, por exemplo, o apoio e participação dos eventos dos 21 dias de ativismo contra o racismo. Por isso, trazemos às colegas este compilado com matérias que abordam a temática étnico-racial publicadas desde 2017 no jornal trimestral Práxis. Observa-se que o debate sobre as questões étnico-raciais emerge com maior força na conjuntura como resposta ao recrudescimento das opressões e explorações sofridas pela população negra. Não que o racismo nunca tivesse existido. Ao contrário! Como afirma Roseli Rocha, o racismo sempre teve formas sutis de se expressar. Porém, o que supomos é que atitudes racistas tem se tornado mais evidentes (menos “tímidas”) no atual contexto, como se seus patrocinadores estivessem se sentindo legitimados a expressar seus ódios por tanto tempo abafados. Tudo isso, supomos, reflete o discurso de ódio fomentado por aqueles que deveriam representar o país de forma democrática, justa e igualitária. Importa-nos dar destaque ao legado de Zumbi dos Palmares, Dandara, Machado de Assis, Teresa de Benguela, Luiz Gama, Carolina de Jesus, Marielle Franco dentre outras personalidades, afinal, “nossos passos vêm de longe”. De acordo com dados do IBGE, a população negra brasileira alcança 54% dos habitantes do país, sendo ela a maior parcela entre os 10% mais pobres (75%) e a menor parcela entre os 1% mais ricos (17,8%). No que tange à educação, a taxa de analfabetismo é de 22,3% entre a população negra e 5% entre os brancos. Além disso, de acordo com pesquisas publicadas no Mapa da Violência (2016), negros morrem 2,6 vezes mais que brancos vítimas de disparos oriundos de armas de fogo – sendo a maioria dos ferimentos nas costas! Consequentemente, esta desigualdade rebate no Serviço Social, pois, como já dito, a população usuária das políticas sociais é majoritariamente negra. De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), cerca de 70% de quem acessa o Sistema Único de Saúde (SUS) e 73% dos beneficiários do programa Bolsa Família se autodeclaram negros e negras. Apenas esses dados seriam suficientes para indicar o colossal abismo entre as parcelas raciais da sociedade. Assim, pensando no atual contexto de redução veloz das políticas públicas e retiradas ferozes de direitos historicamente conquistados pela classe trabalhadora, apontar o racismo estrutural que atravessa todas as esferas da produção social da vida é firmar o compromisso ético das assistentes sociais com uma sociedade livre, justa e sem discriminação. Assistentes Sociais contra o Racismo - Compilado de matérias publicadas no Praxis. Acesse a publicação pelo endereço: http://www.cressrj.org.br/site/wp-content/uploads/2019/03/AS-contra-o-racismo-compilado.pdf  


Os Impactos do Racismo Ambiental para o Exercício Profissional

RIO DE JANEIRO/RJ

Responsável: CRESS 7ª REGIÃO/ RIO DE JANEIRO

  O CRESS RJ realizou, em 19 de março, a roda de conversa ‘Os Impactos do Racismo Ambiental para o Exercício Profissional da Assistente Social’. O evento foi organizado pelas comissões de Gênero, Etnia e Diversidade Sexual (GEDS) e Direito à Cidade e contou com a participação da assistente social e professora da PUC Rio Valéria Bastos e da arquiteta e urbanista, coordenadora Regional da Plataforma Cidades Tainá de Paula. A conselheira coordenadora da GEDS Malú Vale mediou o debate, no auditório do Conselho. Durante a exposição da mesa, Valéria mostrou a realidade da dinâmica social do lixão de Jardim Gramacho, em Duque de Caxias, para apontar os impactos do racismo ambiental para as populações negra e periférica. Para a pesquisadora, existem alternativas para superação do caos socioambiental instalado em áreas de erradicação de lixões, como promover o fortalecimento dos movimentos sociais no bojo da sociedade. Pois a sociedade civil unida possui uma força motriz inigualável. Já a abordagem da arquiteta Tainá se debruçou sobre como a cidade é pensada e distribuída a partir do recorte de raça e como a cidade ainda cria barreiras visíveis e invisíveis para a circulação da população negra. Não é genocídio bélico, mas as condições as quais as parcelas marginalizadas dos centros urbanos estão expostas tem impacto direto na expectativa de vida, gerando problemas na educação, acesso a emprego e lazer, por exemplo. Para apontar as formas organizativas dos territórios negros, Tainá fez um comparativo entre os atuais guetos urbanos e os quilombos, que eram locais extremamente organizados em sua distribuição espacial. Racismo ambiental diz respeito às injustiças sociais e ambientais que recaem de forma desproporcional sobre etnias vulnerabilizadas, como a escolha de um local para instalação de um depósito de resíduos, ou a remoção de uma comunidade tradicional para fins comerciais. O debate fez parte da Campanha do Conjunto CFESS/CRESS “Assistentes Sociais no Combate ao Racismo”, que durante o triênio 2017-2020, promove e promoverá ações reflexivas sobre o debate racial no exercício profissional da categoria. O evento também contribuiu para a construção coletiva dos 21 Dias de Ativismo Contra o Racismo ( 7 a 27 - março 2019)  


Assistentes sociais participam do festival Justiça por Marielle e Anderson

RIO DE JANEIRO/RJ

Responsável: CRESS 7ª REGIÃO/ RIO DE JANEIRO

  Há exato um ano, Marielle Franco e Anderson Gomes foram covardemente assassinados à tiros no Rio de Janeiro. A comoção ganhou repercussão dentro e fora do país. Porém essa emoção se transformou em pauta de luta, que além de cobrar justiça pela morte da então vereadora da cidade, fortaleceu uma série de reivindicações da população periférica, negra, Lgbt, etc historicamente invisibilizadas pelos que controlam o poder. E nesta quinta-feira, 14 de março, pelo menos 15 capitais brasileiras contaram com homenagens à vereadora. No Rio, o festival “Justiça por Marielle e Anderson” reuniu pacificamente milhares de pessoas, no Centro, e contou com a participação de artistas, figuras públicas, familiares, amigos e políticos da defensora dos direitos humanos. Ao longo do dia, em diversos pontos e cidades do estado, ocorreram atos em lembrança à Marielle e seu legado. Um crime ainda sem solução, mesmo após a justiça mandar prender dois suspeitos de participar da ação, mas que não deixa as vozes se calarem. “Quem mandou matar Marielle?” é o grito que ecoa. Mulher negra, LGBT, favelada, socialista Marielle sempre atuou na mesma direção contra hegemônica defendida pelo Serviço Social brasileiro. No horizonte, tanto da parlamentar quanto de assistentes sociais, estava a construção de uma sociedade livre da exploração e opressão. E o CRESS RJ não poderia deixar de participar deste ato de afeto político. Marielle que representava diversas frentes dos movimentos sociais, nos faz lembrar que a campanha de triênio do Conjunto CFESS-CRESS (2017-2020), “Assistentes Sociais no Combate ao Racismo”, atua nesse sentido: a defesa intransigente dos direitos humanos. Dentro desse período, o Conjunto promoverá ações reflexivas sobre o debate racial no exercício profissional da categoria. Também vale destacar que a construção coletiva dos 21 Dias de Ativismo Contra o Racismo ( 7 a 27 - março 2019), espaço este que o Conselho participa ativamente, reforça o necessário enfrentamento desta realidade que atinge mais de 50% da população brasileira.  


Dia Internacional de Luta das Mulheres

RIO DE JANEIRO/RJ

Responsável: CRESS 7ª REGIÃO/ RIO DE JANEIRO

  O CRESS RJ esteve presente no ato 8M realizado na última sexta, pelo dia Internacional de Luta das Mulheres, no Centro do Rio de Janeiro. As manifestações que ocorrem em todo território nacional e levaram milhares de brasileiras às ruas, teve como mote principal “Pela vida das mulheres, somos todas Marielle”, vereadora (PSOL RJ) brutalmente assassinada enquanto exercia seu mandato em 14 de março de 2018, junto com seu motorista Anderson Gomes. O desmonte das políticas públicas, com foco especial na Previdência, o aumento no número de feminicídios e os retrocessos do governo Bolsonaro (PSL) também estiveram na ordem do dia. O Conselho tem participado ativamente de espaços de construção coletiva como este. Além de integrar a Campanha de 21 Dias de Ativismo Contra o Racismo, que pelo terceiro ano consecutivo promove atividades que dão visibilidade à questão racial, ao incidir nesses movimentos o CRESS RJ reforça e amplia o debate da Campanha do Triênio do Conjunto CFESS/CRESS, “Assistentes Sociais no Combate ao Racismo”. Até 2020, o Conjunto planejará e organizará ações que enfrentem o debate, estimulem as reflexões acerca da presença do racismo no cotidiano e construam uma agenda para esta luta.  


CRESS RJ compõe a campanha dos 21 Dias de Ativismo Contra o Racismo

RIO DE JANEIRO/RJ

Responsável: CRESS 7ª REGIÃO/ RIO DE JANEIRO

  A Campanha foi criada para que várias organizações, entidades, Universidades, Movimentos Sociais, Sindicatos, ONG´s e pessoas de referência na luta pelas questões raciais criassem uma agenda de atividades pacificas e autogestionadas, focadas na reflexão sobre este tema. O CRESS RJ participa ativamente da organização das atividades desenvolvidas pela jornada. Em 2019, entre os dias 07 e 27 de março, a programação da terceira edição da Campanha possui atividades em vários estados denunciando as diversas formas de racismo. Os “21 Dias” tem como referência o Dia Internacional de Combate ao Racismo, data que, por sua vez, foi constituida em memória às vítimas do massacre de Shaperville, na África do Sul quando, durante protesto contra a Lei do Passe que restringia a mobilidade da população negra, a repressão policial matou 69 pessoas. Venha fazer parte do “21 Dias de Ativismo Conta o Racismo!”  


O antropólogo Kabengele Munanga apoia a Campanha

RIO DE JANEIRO / RJ

Responsável: CRESS 7ª REGIÃO/ RIO DE JANEIRO

  O novembro negro é a busca pela conscientização da luta dos afrodescendentes no Brasil. Destacando os diversos dilemas acerca do tema, mas também buscando abrir novas possibilidades concretas de ação contra o racismo. No vídeo, o antropólogo Kabengele Munanga deixa seu relato e convoca todas as assistentes sociais para essa fundamental reflexão  


O racismo é extremamente nocivo

RIO DE JANEIRO / RJ

Responsável: CRESS 7ª REGIÃO/ RIO DE JANEIRO

  Elisa Larkin Nascimento, viúva de um dos maiores teóricos e militantes da causa negra no Brasil, Abdias do Nascimento, afirma que o racismo é uma forma extremamente nociva ao afetar e dimunir a pessoa enquanto ser humano, por conta do ódio e da discriminação. Por isso ela destaca que a Campanha Assistentes Sociais no Combate ao Racismo é um olhar específico para esse tema tão fundamental.  


Materiais gráficos divulgam logomarca da Campanha

Porto Alegre / RS

Responsável: CRESS 10ª REGIÃO/ RIO GRANDE DO SUL

  Pastas, blocos e adesivos com a logomarca da Campanha de Gestão do Conjunto CFESS-CRESS (2017-2020) foram produzidos pelo CRESS-RS para utilização em eventos e atividades de educação permanente a serem promovidos pelo Conselho no estado, neste ano de 2019. Além da identidade visual da campanha, o material traz um poema do autor gaúcho e militante do movimento negro, Oliveira Silveira, falecido em 2009.  


Canal no Youtube traz depoimentos sobre o papel dos/as assistentes sociais na luta antirracista

Porto Alegre/RS

Responsável: CRESS 10ª REGIÃO/ RIO GRANDE DO SUL

  O CRESS-RS vem atualizando seu canal no Youtube com conteúdos sobre o combate ao racismo pelos/as assistentes sociais. A primeira postagem apresenta o depoimento da Profa. Dra. Roseli da Fonseca Rocha (IFF/FIOCRUZ), após sua participação no painel de abertura do 12º Encontro Gaúcho de Assistentes Sociais, em maio de 2018, intitulado "Afirmação de um projeto societário emancipador na atual conjuntura: assistente social no combate à sociedade classista, racista e heteropatriarcal". Posteriormente, por ocasião do mês da Consciência Negra, foram divulgados dois novos vídeos, com depoimentos de conselheiros/as e trabalhadores/as do CRESS-RS e assistentes sociais de base. As gravações ocorreram em diferentes pontos do estado, de forma interativa: os/as participantes dos vídeos realizaram seus próprios registros e enviaram à assessoria de comunicação do Conselho.  


A população negra e o direito à cidade foram tema de conteúdo especial pelo Dia da Consciência Negra

Belo Horizonte/Minas Gerais

Responsável: CRESS 6ª REGIÃO/ MINAS GERAIS

  No fim do ano passado, o CRESS-MG trouxe para o 20 de novembro, uma reflexão sobre o apagamento da população negra e periférica das artes e dos centros urbanos. Em conversa com a jornalista e pesquisadora Simone Moura, fica evidente que o acesso a bens culturais que a região central das cidades oferece não contempla a população negra, mas, isso não impede que ela tenha uma produção cultural própria, que vão desde os bailes funk à Folia de Reis. Já o presidente da União Popular (UP) e coordenador do Nacional do Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB), Leonardo Péricles, fala sobre como os interesses do capital contribuem para a manutenção da dinâmica das cidades, onde o preto e pobre precisa morar distante, isso quando tem moradia. Estes e outros conteúdos você confere em > bit.ly/2AcQEZM.  


Dia da Liberdade de Cultos

Vitória - ES

Responsável: CRESS 17ª REGIÃO/ ESPÍRITO SANTO

  Para o Dia da Liberdade de Cultos, comemorado no dia 7 de janeiro, O CRESS-ES produziu uma matéria sobre o respeito e o combate ao preconceito com as religiões, em especial as de matriz africana. O conteúdo pode ser visto por meio do link http://www.cress-es.org.br/laicidade-por-um-fio-intolerancia-religiosa-cresce-no-brasil/  


Assistentes sociais em combate ao racismo foi tema de debate em BH

Belo Horizonte/Minas Gerais

Responsável: CRESS 6ª REGIÃO/ MINAS GERAIS

  Para seguir em frente é preciso lembrar do que já foi vivido. Esta é a mensagem transmitida pela Sankofa, símbolo presente em algumas culturas africanas, representado por uma ave que caminha com a cabeça virada para trás. Valorizar a ancestralidade e entender como o passado de escravidão reflete nos dias atuais são alguns dos objetivos do Dia da Consciência Negra, comemorado em 20 de novembro. A fim de dar visibilidade a esta pauta e lançar a campanha de gestão do Conjunto CFESS-CRESS (2017-2020), “Assistentes sociais no combate ao racismo”, o CRESS-MG promoveu um debate, no dia 22 de novembro de 2018, no Centro Nacional de Africanidade e Resistência Afro-Brasileira (Cenarab), em Belo Horizonte, também veiculado ao vivo, pelo Facebook. Entre as convidadas, estava a coordenadora do espaço, Makota Celinha e o presidente da Unidade Popular (UP) e da Coordenação Nacional do Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB), Leonardo Péricles. Na mesa, também estavam a professora do curso de Serviço Social do Centro Universitário Unihorizontes, Suênya Almeida, e o conselheiro do CRESS-MG e coordenador da Comissão de Educação da instituição, José Ribeiro. Além de assistentes sociais, estiveram presentes militantes do movimento negro e moradoras e moradores de ocupações de Belo Horizonte. Já na internet, o evento alcançou mais de sete mil visualizações.  


Formação sobre as relações étnico-raciais e Serviço Social

São Paulo / SP

Responsável: CRESS 9ª REGIÃO/ SÃO PAULO

  Atividade planejada em conjunto com as entidades da categoria profissional (CRESS/SP, ENESSO e ABEPSS) que se materializa em 3 etapas, sendo: 1ª Etapa: Oficina com Docentes - As relações étnico-raciais na formação profissional de assistentes sociais (aconteceu em 29/09/2018 e reuniu cerca de 35 docentes de Serviço Social); 2ª Etapa: Mini-Curso - As relações étnico-raciais e o trabalho do/a assistente social (aconteceu em 09 e 10 de novembro de 2018 e reuniu cerca de 30 profissionais num curso de 15 horas) e a 3ª Etapa: Encontro com Estudantes - Reflexões sobre as relações étnico-raciais na formação profissional, realizado dia 08 de dezembro, todos na cidade de São Paulo.  


Seminário debate racismo institucional

São Paulo / SP

Responsável: CRESS 9ª REGIÃO/ SÃO PAULO

  Realizado pelo NUCRESS Leste (CRESS-SP), o seminário "Racismo Institucional e os desafios para o Serviço Social" reunindo cerca de 120 profissionais e estudantes no mês de setembro de 2018. Com a visibilidade e importância da temática, o evento foi destaque na Revista Carta Capital. http://negrobelchior.cartacapital.com.br/seminario-abordara-a-relacao-do-racismo-institucional-e-o-servico-social-no-brasil  


Jornal Via Social

Florianópolis/Santa Catarina

Responsável: CRESS 12ª REGIÃO/ SANTA CATARINA

  O CRESS 12ª Região (Santa Catarina) trouxe como tema central da última edição do Jornal Via Social (Dezembro de 2018) a Campanha Assistentes Sociais Contra o Racismo. A edição é enviada, via Correios, para todo/as Assistentes Sociais do Estado de Santa Catarina e também para as prefeituras do estado. A edição trouxe, além de notícias do último semestre de 2018, um artigo central elaborado pelas Assistentes Sociais Anna Carolina Machado do Espírito Santo e Flávia de Brito Souza Garcia, intitulado O SERVIÇO SOCIAL E A QUESTÃO RACIAL. Acesse o pdf do arquivo abaixo: http://cress-sc.org.br/wp-content/uploads/2019/01/Via-Social-Dezembro-2018.pdf  


Roda de Conversa - Assistentes Sociais no Combate ao Racismo

Florianópolis/Santa Catarina

Responsável: CRESS 12ª REGIÃO/ SANTA CATARINA

  No dia 20 de novembro de 2018, dia da Consciência Negra, o CRESS 12ª Região chamou a categoria profissional para refletir, sem pretensão de esgotar o diálogo, numa perspectiva crítica dos direitos humanos, a seguinte temática: “Assistentes Sociais no Combate ao Racismo”. O CRESS 12ª Região em parceria com o Coletivo Negro de Serviço Social da Universidade Federal de Santa Catarina Magali da Silva Almeida e com a Coordenadoria Estadual de Igualdade Racial, promoveu no auditório do Conselho a Roda de Conversas que pode ser acessada na íntegra, com interpretação em LIBRAS, no link acima.  


Aula pública "Assistentes Sociais na Luta contra o Racismo"

João Pessoa/PB

Responsável: CRESS 13ª REGIÃO/ PARAÍBA

  Na tarde do dia 21/11, o CRESS/PB realizou uma aula pública com o tema "Assistentes Sociais na Luta contra o Racismo", para comemorar o Dia da Consciência Negra e inaugurar a campanha da Gestão 2017-2020 do conjunto CFESS-CRESS. Foram convidadas a ministrar a aula a prof. Dandara Correia, discutindo a saúde da população negra, a prof. Genielly Ribeiro, que falou sobre a violência à juventude negra, e a assistente social Elisabeth Vitorino, discutindo sobre ética profissional e enfrentamento ao racismo.  


CRESS-MA Realiza a I Roda de Diálogo Assistentes Sociais no Combate ao Racismo

São Luis/MA

Responsável: CRESS 2ª REGIÃO/ MARANHÃO

  O CRESS-MA realizou na tarde do dia 29/11, em sua Sede, a I Roda de Diálogo Assistentes Sociais no Combate ao Racismo. O evento, organizado pelo Conselho e articulado pela sua Comissão de Ética e Direitos Humanos, faz parte da campanha de gestão do Conjunto CFESS-CRESS (2017-2020) que tem como objetivo debater o racismo no exercício profissional de assistentes sociais e, incentivar a promoção de ações de combate ao racismo no cotidiano profissional.A I Roda de Diálogo, intitulada “As expressões do Racismo, Políticas e Ações de Enfrentamento” teve início com a fala da conselheira Vanessa Nathália Amorim, coordenadora da Comissão de Ética e Direitos Humanos, que fez a leitura da Carta de Porto Alegre para contextualizar o público sobre a Campanha da Gestão (2017-2020) “Assistentes Sociais no Combate ao Racismo”. O documento político ressalta a defesa intransigente dos direitos humanos e a recusa do arbítrio e do autoritarismo, defesas vinculadas às ações de combate ao racismo, aprovado durante o 47º Encontro Nacional do Conjunto CFESS-CRESS, em Porto Alegre – RS. Em seguida, a exposição ficou a cargo da assistente social Cecília Batista, representante do Grupo de Mulheres Negras “Mãe Andresa”. O grupo “Mãe Andresa”, como é comumente conhecido, foi fundado em 1986 a partir de um movimento de mulheres negras de São Luís, que tinha como objetivo construir uma identidade positiva para as mulheres negras no Estado. Cecilia abordou aspectos conceituas sobre o racismo no Brasil, onde e como ele ocorre, fez uma breve caracterização da população negra e, por fim, mostrou como está à luta coletiva no Brasil e no Maranhão. “Existe sim uma dívida histórica com a população negra, pois, essas pessoas não pediram para sair do seu continente de origem, elas foram tiradas a força de lá”, afirmou Cecília.Durante a apresentação, a assistente social exibiu dados alarmantes quanto à saúde da população negra e a violência acometida a essas pessoas. Alguns dos dados apresentados podem ser acessados no dossiê “A Situação dos Direitos Humanos das Mulheres Negras no Brasil: Violências e Violações”, o documento que apresenta diferentes formas de violações de direitos humanos de mulheres negras brasileiras foi apresentado na 157ª sessão da Comissão da OEA – Organização dos Estados Americanos, resultado de um trabalho conjunto do Geledés – Instituto da Mulher Negra e Criola – Organização de Mulheres Negras, sob a coordenação de Nilza Iraci e Jurema Werneck. “O momento atual é de reconhecimento dos nossos direitos constitucionais, agora mais do que nunca será preciso lutar por eles”, finaliza Cecilia Batista.  


1º Colóquio "Serviço Social em Debate"

Campo Grande/MS

Responsável: CRESS 21ª REGIÃO/ MATO GROSSO DO SUL

  No dia 12 de dezembro, o CRESS/MS, gestão “Resistir Para Fortalecer a Luta” (2017/2020), realizou o 1º Colóquio "Serviço Social em Debate", que abordou dois temas principais: “Assistentes sociais no Combate ao Racismo” e “Direitos Humanos em tempos de desconstrução de direitos”. O evento contou com a participação de assistentes sociais, estudantes e profissionais de outras áreas. A escolha dos títulos contemplou, primeiramente, a Campanha de Gestão 2017/2020 do Conjunto CFESS/CRESS, lançada em novembro, mês em que se comemora o Dia da Consciência Negra. O outro tema abordado foi em alusão aos 70 anos da proclamação da Declaração Universal dos Direitos Humanos, celebrada no dia 10 de dezembro. “Este evento é uma programação proposta na campanha da nossa gestão, tendo em vista a ação nacional do Conjunto CFESS/CRESS, levando em conta o momento atual que vivemos no país e, principalmente, na nossa categoria. O momento contribuiu para debatermos juntos o papel que nós, assistentes sociais, ocupamos frente aos Direitos Humanos, sendo essa uma função precípua da nossa profissão, e dialogarmos sobre toda e qualquer forma de preconceito, em especial o racismo, procurando trazer essa reflexão pedagógica”, ressaltou a conselheira e coordenadora da Comissão de Comunicação do CRESS/MS Giany da Conceição Costa. Três convidadas puderam dialogar com os presentes e trocar informações e experiências: A professora aposentada e mestre em Serviço Social Joana Maria Machado discursou sobre a questão dos direitos humanos; A assistente social, conselheira do CRESS/MS e doutora em educação Laura Márcia dos Santos trouxe para o encontro a abordagem do Serviço Social e a descriminação racial em uma compreensão teórica e destacou o tema da Campanha de Gestão 2017/2020; e a assistente social Lílian Rosa Silva, que atua na Comunidade Negra São João Batista, discursou em uma visão mais prática sobre o trabalho do assistente social frente ao racismo.  


Assistentes sociais participam de Cine debate e aborda combate ao racismo

Palmas/TO

Responsável: CRESS 25ª REGIÃO/ TOCANTINS

  Com a intenção de debater as expressões do racismo, promover um espaço de troca para enfrentamento e combate ao racismo no cotidiano, o Conselho Regional de Serviço Social- 25ª Região (CRESS/TO), por meio da Comissão de Ética promoveu um Cine Debate nesta quinta-feira, 29 , Colégio Militar Unidade I, em Palmas. Na oportunidade foi exibido o filme “Estrelas Além do Tempo". Esta ação marca a data de 20 de novembro, Dia da Consciência Negra e ressalta a campanha nacional “Assistente sociais no combate ao racismo”. O debate contou com a participação de Janaína Costa (Coletivo de Mulheres Negras Ajunta Preta), Naiara Mascarenhas (Coletivo Nacional de Juventude Negra /Enegrecer), Rossana Reis (Marcha Mundial das Mulheres Negras). De acordo com a conselheira e coordenadora da Comissão de Ética do Conselho Regional de Serviço Social- 25ª Região (CRESS/TO) Cliseuda da Silva, a intenção foi debater as expressões do racismo. “Além disso, promover um espaço de troca para enfrentamento e combate ao racismo enquanto assistente social no nosso cotidiano”, destacou. Segundo a presidente do CRESS/TO, Eliane Cristina Costa de Oliveira, esta campanha do Conjunto CFESS-CRESS vem debater o racismo no exercício profissional de assistentes sociais. "Estimular ações de combate ao racismo no dia a dia da profissão, e a necessidade de combater o racismo nos espaços de trabalho dos profissionais de Serviço Social, conforme o projeto ético - politico profissional e os princípios de nosso Código de Ética Profissional. Nós assistentes sociais necessitamos repudiar o racismo, as violações de direitos e qualquer tipo de violência sofrida pela população negra", afirmou. O tema de campanha da Gestão do Conjunto CFESS-CRESS (2017-2020) "Assistentes sociais no combate ao racismo”, foi aprovado no fórum máximo deliberativo da categoria no ano de 2017, durante o 46° Encontro Nacional.  


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